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A União Europeia (UE) determinou que a Meta altere a forma como exibe anúncios no Facebook e no Instagram, obrigando a empresa a permitir que os usuários tenham mais controle sobre seus dados pessoais. A partir de janeiro, as pessoas poderão escolher entre compartilhar todos os dados para publicidade personalizada ou fornecer apenas o mínimo necessário para receber anúncios menos direcionados.

A medida encerra meses de atrito com Bruxelas, que havia alertado a Meta sobre descumprimento da Lei dos Mercados Digitais e aplicado uma multa de 200 milhões de euros por violações registradas entre 2023 e 2024. A decisão da UE evita a aplicação de novas penalidades diárias, desde que a empresa adote o novo modelo de consentimento, considerado efetivo pelos reguladores europeus.

Segundo autoridades europeias, a mudança representa um avanço na proteção da privacidade dos usuários e reforça o cumprimento das regras de transparência e controle sobre dados pessoais, estabelecidas pelo bloco. A Meta terá que implementar o sistema de escolha de forma clara e acessível em toda a União Europeia, garantindo que os usuários possam decidir o nível de personalização de anúncios que desejam receber.

Essa decisão coloca pressão sobre outras grandes empresas de tecnologia para revisarem suas práticas de publicidade online, alinhando-se às exigências regulatórias da UE e fortalecendo o modelo europeu de proteção de dados.

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