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Após quase dois anos de vigência da chamada “taxa das blusinhas”, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reconheceu que a cobrança sobre importações de baixo valor pode ter sido desnecessária e prejudicial à população de menor renda. A declaração ocorre em meio a discussões internas sobre possíveis mudanças na política tributária, especialmente em um cenário pré-eleitoral.

Em entrevista recente, Lula afirmou que sempre considerou a medida questionável. “Eu achava desnecessária, porque são compras muito pequenas. Mas as pessoas de baixo poder aquisitivo é que compravam aquilo”, disse. O presidente também destacou os impactos negativos da decisão: “E eu sei do prejuízo que isso trouxe para nós”.

Apesar da avaliação, o chefe do Executivo atribuiu parte da responsabilidade ao Congresso Nacional e aos governadores, especialmente no que diz respeito à elevação da alíquota do ICMS sobre essas operações. A medida, no entanto, foi sancionada pelo próprio presidente, o que mantém o debate sobre a origem e a condução da política.

Dados da Receita Federal do Brasil apontam que, apenas entre janeiro e março deste ano, o governo arrecadou R$ 1,28 bilhão com o imposto de importação sobre encomendas internacionais, um aumento de 21,8% em relação ao mesmo período de 2025.

O ex-ministro da Fazenda e atual pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, também afirmou que a taxação foi resultado de შეთანხმ entre União, Congresso e estados. Já o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, classificou a medida como um dos principais fatores de desgaste do governo e defendeu a possibilidade de revisão.

Nos bastidores, duas alternativas são discutidas: a redução da tarifa ou a concessão de um desconto fixo nas compras internacionais de menor valor. Uma eventual revogação total da taxa também é considerada, embora vista como menos provável.

Cenário internacional: estratégias militares e tensões políticas

No cenário externo, os Estados Unidos registraram a perda de um drone de vigilância MQ-4C Triton no Estreito de Ormuz, região estratégica no Oriente Médio. O equipamento, avaliado em cerca de US$ 200 milhões, evidencia a diferença entre as estratégias militares norte-americanas e iranianas.

Enquanto os EUA investem em tecnologia de alto custo e precisão, o Irã aposta em drones mais baratos, como o Mohajer-6 e o Shahed-136, utilizados em grande escala. Especialistas apontam que essa disparidade cria um cenário em que o custo para neutralizar drones iranianos pode ser significativamente superior ao valor dos próprios equipamentos.

Relações internacionais e bastidores políticos

As relações entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, também enfrentam tensões. Divergências sobre questões geopolíticas, como a Groenlândia, e posicionamentos recentes envolvendo o Papa contribuíram para o distanciamento entre os দুই líderes.

Trump também voltou a chamar atenção ao marcar presença em um evento do Ultimate Fighting Championship, onde elogiou o lutador brasileiro Paulo Borrachinha, destacando sua aparência e desempenho.

Tecnologia: avanço de robôs humanoides

Na área de tecnologia, o robô humanoide Unitree H1, desenvolvido pela Unitree Robotics, ganhou destaque ao percorrer 100 metros em menos de 10 segundos, aproximando-se de marcas históricas do atletismo.

O feito remete ao recorde do velocista jamaicano Usain Bolt, que completou a mesma distância em 9,58 segundos no Campeonato Mundial de Atletismo de 2009. Apesar das diferenças entre humanos e máquinas, o avanço reforça o rápido desenvolvimento da robótica.

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