Feira Julina do Tabuão promete movimentar o Pelourinho com forró, gastronomia e muita animação 2 dias ago
Banda Gira D’Elas fortalece a liderança feminina no Samba Junino com instrumento feito de material reciclável 6 dias ago
“O Diabo Veste Prada 2” estreia nos cinemas e divide atenção com produções brasileiras 2 de maio de 2026
CompartilheCompartilhe 0 Mulher é conhecida como a maior estelionatária do Brasil, acumulou décadas de crimes e passou 32 anos presa. Giovanna Antonelli e Dominique Scharf Crédito: Reprodução Giovanna Antonelli está confirmada na segunda temporada da série “Tremembé”, do Prime Video, e vai interpretar Dominique Cristina Scharf, figura conhecida no país pelo histórico de crimes e pela fama de maior estelionatária do Brasil. Nascida em 1960, em São Paulo, Dominique cresceu em uma família de classe alta, com pai americano e mãe alemã. Apesar da origem privilegiada, começou a se envolver com crimes ainda jovem, passando de pequenos furtos a esquemas cada vez mais complexos ao longo dos anos. Marina Ruy Barbosa é Suzane von Richthofen por Reprodução A primeira prisão aconteceu em 1981, quando ela tinha 21 anos. A partir daí, acumulou uma extensa ficha criminal, com passagens por estelionato, fraudes financeiras, falsificação de documentos, roubos e até crimes mais graves. Entre os métodos usados, estavam esquemas com cheques falsos e venda de joias adulteradas, além de golpes em hotéis e restaurantes de luxo, como simular insetos na comida para não pagar contas. Em 2003, Dominique foi condenada a 12 anos de prisão por tentativa de homicídio após atirar contra um vendedor de joias durante um assalto. A polícia também acusou Dominique de extorsão mediante sequestro em 1994. O caso ocorreu em Moema, bairro de São Paulo, e o crime foi reclassificado depois para roubo qualificado. Em 2016, a Justiça unificou as sentenças dela em 57 anos, 11 meses e 10 dias por crimes que vão de roubo e estelionato a fraude e falsificação. Preso em Tremembé, Robinho falou pela primeira vez sobre vida na prisão por Reprodução/Conselho da Comunidade de Taubaté A trajetória também inclui episódios de fuga. Ela escapou da prisão duas vezes, o que contribuiu para o aumento do tempo total de pena. Em uma das ocasiões, chegou a escalar o muro da penitenciária, porém, quando saltou para o outro lado, acabou quebrando uma perna, o que dificultou sua fuga completa. Dominique passou 32 anos presa, grande parte na Penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo. Em 2025, deixou a unidade para cumprir o restante da pena em regime aberto. A rotina na prisão, segundo ela, era estratégia de sobrevivência. “Trabalhava no ateliê de costura, na horta, fazia curso pelo Senac, lia e observava muito. Mantinha-me ocupada para somar dias e não perder a sanidade”, disse, em entrevista ao O Globo. “Nunca matei ninguém e isso me colocava em outra órbita. Aos poucos fiz amizade com Elize Matsunaga e ouvi dela por que matou o marido. Conversar com ela mostrou que nem todas as assassinas são iguais e isso me ajudou a me adaptar um pouco à convivência sem confundir nossas histórias e escolhas”, falou. Em liberdade, afirmou que pretende reconstruir a vida com um negócio próprio de roupas, habilidade que desenvolveu enquanto estava presa, além de planejar uma possível viagem para a Austrália, onde parte da família vive. “Estou velha demais para isso e não quero morrer na cadeia. Tenho neto e família e quero viver em paz”, sobre voltar ao mundo do crime. A nova temporada de “Tremembé” deve acompanhar o cotidiano dentro e fora da prisão, incluindo o convívio entre detentas conhecidas do público, como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga, além da chegada de novos personagens. Também entram para o elenco nomes como João Vicente de Castro e Ícaro Silva, interpretando, respectivamente, Thiago Brennand e Robinho. Fonte: Giuliana Mancini
Esporte **Vozinha: o herói improvável que parou a Espanha e conquistou milhões nas redes sociais** 1 dia ago0
Brasil Vini Jr pede respeito após Virginia ser alvo de provocações durante jogo da Seleção 1 de junho de 20260
Brasil Documentário sobre álbum “Transa”, de Caetano Veloso, vai retratar exílio e ditadura militar 18 de maio de 20260
Famosos Mariliz Pereira Jorge defende debate na TV e critica posições de Juliano Cazarré 18 de maio de 20260
Policlínica de Escada ultrapassa 800 mil atendimentos e consolida papel estratégico na assistência especializada 19 horas ago
“Marco histórico para o estado”, diz Jerônimo Rodrigues ao autorizar início das obras em terra da Ponte Salvador–Itaparica 1 dia ago
Feira Julina do Tabuão promete movimentar o Pelourinho com forró, gastronomia e muita animação 2 dias ago
Banda Gira D’Elas fortalece a liderança feminina no Samba Junino com instrumento feito de material reciclável 6 dias ago
“O Diabo Veste Prada 2” estreia nos cinemas e divide atenção com produções brasileiras 2 de maio de 2026