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CompartilheCompartilhe 0 Eduardo Moreira transforma crítica a Trump em funk com IA e viraliza nas redes com “Ô Trampi” O empresário e ex-banqueiro Eduardo Moreira, de 49 anos, provou que criatividade, bom humor e um pouco de inteligência artificial podem se transformar em um hit. Criador do funk satírico “Ô Trampi”, uma resposta bem-humorada às tarifas de importação anunciadas por Donald Trump, Moreira alcançou mais de 1,2 milhão de visualizações nas primeiras 24 horas após publicar a música nas redes sociais. https://www.instagram.com/reel/DMP7dNUAoP5/?utm_source=ig_web_copy_link A faixa, que mistura crítica política e irreverência carioca, foi desenvolvida em tempo recorde com o apoio de uma ferramenta de inteligência artificial, usada para criar a batida e o coro. Segundo Eduardo, a ideia nasceu de forma espontânea: “Escrevi a letra, pedi ajuda da IA e em cinco minutos estava tudo pronto. Quando terminei, falei pra Juliana: ‘isso vai grudar na cabeça do povo!’” Juliana, no caso, é a atriz e ex-paquita Juliana Baroni, esposa do autor e agora fã declarada do novo “compositor frustrado”. Ela brinca: “Casada com ele, nunca vou morrer de tédio!” De sátira política a viral dançante A música ganhou força após viralizar no TikTok e Instagram, impulsionada por vídeos de dança, dublagens e sátiras políticas. O refrão “Ô Trampi” se refere a uma fala recente do presidente Lula, que citou suposto pedido de Eduardo Bolsonaro para que Trump ajudasse o pai, Jair Bolsonaro, a evitar uma prisão. Inspirado pelos bailes de “proibidão” dos anos 1990, Moreira optou por uma sonoridade desafiadora e cheia de ginga: “Sou carioca, cresci ouvindo proibidão. Queria um som com essa pegada de confronto, mas com humor. A esquerda precisa aprender a se comunicar com leveza e criatividade. A direita já entendeu isso há muito tempo.” Do meme à carreira musical? Com milhares de pedidos para que a faixa seja lançada nas plataformas oficiais de streaming, o criador do portal ICL Notícias já cogita uma versão estendida. E mais: “Se precisar, subo no palco, canto e ainda faço passinho”, disse ele, entre risos, ao jornal Extra. Ainda que nascido de um improviso, “Ô Trampi” revela o potencial da mistura entre arte, crítica social e novas tecnologias — e mostra que, no Brasil, até o debate político pode virar funk chiclete com ajuda da IA.
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