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Milhares de pessoas participaram de vigílias em diversas cidades da Austrália para homenagear as 15 vítimas do ataque terrorista ocorrido na praia de Bondi, em Sydney. As cerimônias marcaram um momento de luto nacional e aconteceram simultaneamente à aprovação, pelo gabinete nacional, de medidas para endurecer as leis de controle de armas no país.

Na manhã de hoje, ao menos 25 pessoas feridas no ataque permaneciam hospitalizadas. Entre elas está Ahmed al-Ahmed, que ganhou reconhecimento nacional ao imobilizar um dos atiradores e retirar sua arma durante o ataque. A atitude foi amplamente elogiada por autoridades e pela população, e uma campanha online criada para apoiar sua família já arrecadou mais de US$ 1,3 milhão.

Segundo informações da emissora pública australiana ABC, o atirador mais jovem, identificado como Naveed Akram, já havia sido investigado em 2019 pela agência de inteligência do país, devido a uma possível ligação com uma célula do Estado Islâmico em Sydney. O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, confirmou que Akram chamou a atenção das autoridades por suas associações com outras pessoas, embora tenha evitado detalhar eventuais vínculos diretos com o grupo extremista.

As homenagens às vítimas reforçaram o clima de comoção em todo o país e reacenderam o debate sobre segurança pública e prevenção ao extremismo. O governo australiano indicou que as novas medidas de controle de armas fazem parte de um esforço mais amplo para evitar tragédias semelhantes e reforçar a proteção da população em espaços públicos.

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