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A Universidade de São Paulo (USP) alcançou o 32º lugar na nova edição do Interdisciplinary Science Rankings (ISR), consolidando-se como a instituição brasileira mais bem colocada na avaliação conduzida pela Times Higher Education em parceria com a Schmidt Science Fellows. O levantamento analisa a capacidade das universidades de promover ciência interdisciplinar — integração de diferentes áreas do conhecimento para resolver problemas complexos — e avaliou 911 instituições de 94 países.

O desempenho da USP representa um salto significativo: a instituição subiu 25 posições em relação ao ranking anterior, quando ocupava o 57º lugar. Outras universidades brasileiras também aparecem na lista, embora em posições mais distantes: Unesp (86ª), Unifesp (144ª) e UFRJ (177ª).

O avanço reforça a crescente relevância da produção científica nacional em cenários globais, especialmente em áreas que exigem colaboração entre múltiplas disciplinas, como clima, saúde, inteligência artificial e tecnologias emergentes.


Ensino básico: risco de apagão de professores preocupa estados

Enquanto universidades brasileiras avançam internacionalmente, o cenário da educação básica inspira preocupação. Um levantamento do Movimento Profissão Docente aponta que 57,5% dos professores das redes estaduais poderão se aposentar até 2034, indicando o risco de um apagão de profissionais nas escolas públicas.

O estudo destaca que o envelhecimento acelerado do corpo docente está diretamente ligado à redução de contratações efetivas nos últimos anos, com maior dependência de professores temporários. A tendência pressiona o planejamento dos estados, que já enfrentam limitações fiscais importantes.

Segundo o levantamento, 92% das unidades federativas destinam mais de 70% dos recursos do Fundeb ao pagamento de salários, o que reduz a margem para novas contratações e dificulta políticas de reposição de profissionais.

A projeção acende o alerta para que governos estaduais planejem, com antecedência, concursos, formação e políticas de atração para a carreira docente, evitando um colapso na oferta de professores em disciplinas essenciais da educação básica.

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