Feira Julina do Tabuão promete movimentar o Pelourinho com forró, gastronomia e muita animação 2 dias ago
Banda Gira D’Elas fortalece a liderança feminina no Samba Junino com instrumento feito de material reciclável 6 dias ago
“O Diabo Veste Prada 2” estreia nos cinemas e divide atenção com produções brasileiras 2 de maio de 2026
CompartilheCompartilhe 0 Após a escalada de tensão entre Judiciário e Legislativo em torno do pagamento de verbas indenizatórias que elevam remunerações acima do teto constitucional, o Executivo decidiu atuar de forma direta na discussão. O Ministério da Fazenda passou a defender a criação de uma regra nacional para limitar os chamados supersalários no serviço público. A proposta da equipe econômica prevê a definição, por lei, de uma lista restrita de verbas indenizatórias que poderiam ficar fora do teto constitucional. Segundo a Fazenda, a fragmentação atual das normas — especialmente no âmbito da magistratura — tem estimulado uma corrida regional por benefícios, com impacto direto sobre os gastos federais. O ministério defende o avanço de um projeto que já tramita no Senado Federal, mas com uma redução significativa das exceções atualmente previstas, que hoje ultrapassam 30 itens. Enquanto o Executivo tenta pautar o debate, o Supremo Tribunal Federal (STF), a Câmara dos Deputados e o Senado buscam construir um consenso para estabelecer uma regra de transição sobre o pagamento das verbas indenizatórias. Em nota, o STF informou que ficou acordada a elaboração, nos próximos dias, de uma proposta de transição “em respeito à Constituição e aos limites do teto constitucional”. Nos bastidores, interlocutores afirmam que os presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, consideraram apertado o prazo de 60 dias fixado pelo STF para que o Congresso aprove uma lei disciplinando os penduricalhos. Apesar da tentativa de alinhamento em Brasília, decisões no âmbito estadual reacenderam a controvérsia. No Rio Grande do Sul, desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul aprovaram uma nova leva de benefícios a magistrados, mesmo após decisão liminar do ministro Flávio Dino sobre o tema. A deliberação atendeu a pedido da Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul, que solicitou o pagamento retroativo de licença desde 2015. A entidade sustenta que a compensação é necessária para valorizar a magistratura, fortalecer o Judiciário e preservar a independência funcional. O embate sobre os supersalários segue como um dos principais focos de tensão entre os Poderes, com impacto direto nas contas públicas e na interpretação dos limites constitucionais de remuneração no serviço público.
Câmara aprova PL Antifacção, endurece penas contra crime organizado e retira taxação de apostas online
Capital Roberta Santana enquadra secretário de Salvador: “Maternidade recém-aberta não vira referência no grito” 8 horas ago0
Interior Inauguração de nova escola estadual amplia oferta de ensino em tempo integral para estudantes de Barra 11 horas ago0
Interior Novo colégio de tempo integral e obras viárias ampliam oportunidades e mobilidade em Correntina 11 horas ago0
Brasil Wesley é cortado da Seleção Brasileira após sofrer lesão na perna esquerda 7 de junho de 20260
Roberta Santana enquadra secretário de Salvador: “Maternidade recém-aberta não vira referência no grito” 8 horas ago
Sustentabilidade nos trilhos: ação de reflorestamento marca compromisso socioambiental do VLT 11 horas ago
Inauguração de nova escola estadual amplia oferta de ensino em tempo integral para estudantes de Barra 11 horas ago
Feira Julina do Tabuão promete movimentar o Pelourinho com forró, gastronomia e muita animação 2 dias ago
Banda Gira D’Elas fortalece a liderança feminina no Samba Junino com instrumento feito de material reciclável 6 dias ago
“O Diabo Veste Prada 2” estreia nos cinemas e divide atenção com produções brasileiras 2 de maio de 2026