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CompartilheCompartilhe 0 Trump constrange presidente sul-africano ao exibir vídeo com alegações falsas sobre genocídio branco Em um episódio considerado diplomática e politicamente controverso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, causou constrangimento ao presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, durante uma reunião oficial no Salão Oval da Casa Branca. Com a presença da imprensa, Trump exibiu um vídeo contendo alegações falsas de que o governo sul-africano promove um suposto genocídio contra a minoria branca do país, os africâneres. A cena se deu logo no início do encontro bilateral. O Salão Oval foi propositalmente deixado à meia-luz para a exibição do vídeo, que mostrava imagens e depoimentos editados fora de contexto, reforçando uma narrativa amplamente desmentida por organismos internacionais e especialistas em direitos humanos. Em seguida, Trump distribuiu a Ramaphosa e aos presentes uma série de artigos impressos que, segundo ele, comprovariam a existência de milhares de casos de racismo contra brancos na África do Sul. O constrangimento foi evidente, e a postura do presidente americano foi vista como uma afronta direta ao governo sul-africano. Diplomatas e analistas classificaram o ato como uma quebra de protocolo sem precedentes, capaz de afetar as relações entre os dois países. Ramaphosa não reagiu publicamente durante a reunião, mas fontes próximas ao governo sul-africano afirmam que ele ficou “surpreso e indignado” com a atitude de Trump. Após o encontro, Trump ainda fez outro anúncio polêmico: a aceitação formal do Boeing 747 oferecido pela família real do Catar para ser o novo Air Force One. Segundo o Departamento de Defesa dos EUA, o avião passará por adaptações de segurança antes de ser utilizado oficialmente pelo presidente norte-americano. O gesto chamou atenção por envolver diretamente uma monarquia estrangeira na substituição de um dos principais símbolos da presidência dos Estados Unidos. As ações de Trump levantaram novas discussões sobre o uso político de teorias conspiratórias e a condução da diplomacia sob seu governo. Além disso, reacenderam críticas sobre sua postura diante de temas raciais e sua proximidade com discursos nacionalistas e de extrema-direita, inclusive no cenário internacional.
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