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Um relatório apresentado pela historiadora Maria Cecília Adão à Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos conclui que o ex-presidente Juscelino Kubitschek foi assassinado durante a ditadura militar, em 1976. O documento deve ser analisado e votado pela comissão nos próximos dias.

A investigação contesta a versão oficial consolidada ao longo das décadas, segundo a qual o veículo em que JK viajava teria perdido o controle após uma colisão com um ônibus na Via Dutra. De acordo com o relatório, os elementos reunidos indicam que o acidente pode ter sido provocado por uma sabotagem mecânica ou por um atentado direcionado ao motorista do ex-presidente.

O material elaborado por Maria Cecília Adão se baseia em análises de laudos técnicos, documentos históricos e reconstituições do caso. Um vídeo produzido a partir desses laudos simula a dinâmica do episódio e sustenta a hipótese de que a morte de JK não teria ocorrido de forma acidental.

Juscelino Kubitschek morreu em 22 de agosto de 1976, durante o regime militar brasileiro, quando viajava de São Paulo para o Rio de Janeiro. A morte do ex-presidente sempre foi cercada de controvérsias e alimentou suspeitas de motivação política, especialmente em razão do contexto de repressão vivido no país à época.

Caso o relatório seja aprovado pela comissão, a conclusão poderá reforçar a revisão histórica sobre a morte de JK e ampliar o debate sobre crimes atribuídos à ditadura militar brasileira.

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