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CompartilheCompartilhe 0 O acidente registrado neste fim de semana com mais um nadador na Baía de Todos-os-Santos reforçou um debate aquecido nos últimos dias: a importância da sinalização e de limites claros para embarcações e esportistas no litoral de Salvador. No último sábado (6), um remador acabou atingindo um nadador próximo à Praia da Gamboa. Em nota enviada após o incidente, Ernor Flamarion Souza afirma que o mar estava agitado, com ventos fortes, o que dificultou a visibilidade, e questionou a falta de demilitações de segurança. “Quanto à alegação de que eu estava transitando em distância inferior a 100 metros da costa, não há como afirmar. Assim como seria temerário afirmar que o nadador estava respeitando o limite inverso de nadat até 100 metros de distância da costa. Não há boias de sinalização que permitam a olho nu atestar os limites métricos de qual distância estávamos”, lamentou. Na semana passada, a morte de um mergulhador na praia da Barra, em Salvador, já havia motivado a discussão sobre a necessidade de balizamento para o controle do acesso de embarcações às faixas de areia. Segundo um grupo de frequentadores da praia da Barra ouvido pelo site, na região do Porto da Barra, já existem boias de sinalização, mas elas foram instaladas pela prefeitura apenas para evitar impactos no ecossistema marinho local. Ainda assim, muitos usuários de motos aquáticas têm ignorado os limites indicados. Após a publicação da reportagem, leitores do Bahia Notícias relataram que os problemas de invasão à região delimitada são frequentes. “Necessita proibir a entrada de embarcações motorizadas no Porto e parque marinho da Barra! É um absurdo o que ocorre! Lanchas e motonautas com condutores sob uso de álcool. Navegam sem respeitar banhistas e nadadores, em alta velocidade”, alertou um. “Apesar dessa tragédia ter sido na região do bairro da Barra, eu como frequentadora de praias tenho visto absurdos em alguns outros lugares. Tenho ficado bastante apreensiva na região do bairro da Ribeira, [em que] embarcações chegam em quantidade sem nenhum cuidado especial. Um local onde é bastante frequentado, quando menos se imagina começam a chegar de forma desordeira carregados de pessoas e querem chegar o mais perto da areia possível, e na beira sempre lotado inclusive por crianças. Fora os Jet Skis, que passam em altíssima velocidade também na beira”, apontou outra. Outros diversos comentários apontaram o temor de banhistas em diversos pontos da capital baiana (clique para ver).
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