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A morte de Orelha, um cão cuidado por moradores da região da Praia Brava, área nobre de Florianópolis, em Santa Catarina, motivou manifestações neste domingo na capital catarinense, em outras cidades do estado e também em capitais como São Paulo, Belo Horizonte e Vitória, reunindo coletivos de defesa animal, artistas, influenciadores digitais e o público em geral.

De acordo com as investigações, o animal teria sido torturado e abandonado agonizante por um grupo de adolescentes no início de janeiro, caso que gerou forte comoção e reacendeu o debate sobre maus-tratos a animais e a responsabilização dos envolvidos. Os nomes dos jovens suspeitos não foram divulgados, em cumprimento ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

No desdobramento do inquérito, os pais e o tio de integrantes do grupo, sendo dois empresários e um advogado, foram indiciados por tentativa de coação de testemunha, o que ampliou a repercussão do caso e levou a cobranças por justiça e transparência nas apurações.

As manifestações ocorreram de forma pacífica e simbólica, com muitos participantes levando seus próprios animais de estimação, em atos que pediram punição aos responsáveis, fortalecimento das políticas de proteção animal e mais rigor no combate à violência contra cães e gatos.

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