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De olho no cenário econômico e eleitoral, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva articula a edição de uma medida provisória para formalizar subsídios ao diesel e lançar um novo programa de renegociação de dívidas das famílias, em meio à pressão inflacionária e ao aumento dos custos do transporte.

A alta no preço do diesel, influenciada por tensões no Oriente Médio, tem impacto direto sobre o frete e, consequentemente, sobre os preços de produtos e serviços. A avaliação do governo é de que a concessão de subsídios pode ajudar a conter esses efeitos e evitar repasses mais intensos ao consumidor final.

Paralelamente, o Ministério da Fazenda trabalha na estruturação de um novo programa de renegociação de dívidas, com foco nas modalidades de crédito mais onerosas do mercado, como cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal sem garantia.

A iniciativa pretende atingir especialmente famílias em situação de maior vulnerabilidade financeira, já que essas linhas concentram elevados índices de inadimplência e são apontadas como principais responsáveis pelo endividamento excessivo no país.

A estratégia do governo é dupla: aliviar o orçamento das famílias, permitindo a reorganização das finanças pessoais, e, ao mesmo tempo, estimular o consumo interno, considerado um dos motores do crescimento econômico.

A proposta ainda está em fase de elaboração, mas integra um conjunto de medidas voltadas à redução dos impactos da inflação e ao fortalecimento da atividade econômica em um momento de desafios no cenário internacional e doméstico.

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