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CompartilheCompartilhe 0 Um estudo divulgado pela pesquisa Carbon Majors, do think tank InfluenceMap, revelou que apenas 36 grandes empresas de combustíveis fósseis são responsáveis por metade das emissões de CO2 no planeta. Entre os gigantes do setor identificados estão Saudi Aramco, Coal India, ExxonMobil, Shell, além de diversas empresas chinesas. Juntas, essas corporações produziram mais de 20 bilhões de toneladas de CO2 no ano passado, contribuindo de forma significativa para o aquecimento global. O relatório destacou que, se a Saudi Aramco fosse um país, seria o quarto maior poluidor do mundo, ficando atrás apenas de China, Estados Unidos e Índia. O estudo também alertou que, para atingir a meta de limitar o aumento da temperatura global a 1,5°C, conforme estabelecido no Acordo de Paris, as emissões globais precisam cair 45% até 2030. Sem uma mudança drástica nas práticas dessas empresas, atingir essa meta se torna cada vez mais desafiador. Enquanto isso, a pequena nação insular de Nauru, localizada no Pacífico, está recorrendo a uma solução radical para enfrentar as consequências da mudança climática. O país, que é altamente vulnerável à elevação do nível do mar, tempestades e erosão costeira, está vendendo cidadania por US$ 105 mil (aproximadamente R$ 608 mil). O governo de Nauru afirmou que os recursos obtidos com a venda da cidadania serão utilizados para financiar um plano de relocação de 90% de sua população, que atualmente conta com cerca de 12.500 habitantes, para terras mais altas. Essa medida drástica visa garantir a sobrevivência dos cidadãos da ilha frente à crise climática iminente, já que o país não possui os recursos necessários para se proteger de forma eficaz. Esses dois eventos – o impacto das emissões das grandes corporações e a resposta desesperada de Nauru – são um reflexo claro dos desafios globais enfrentados na luta contra a mudança climática. A situação de Nauru, em particular, destaca a urgência das ações climáticas e a necessidade de um compromisso global mais forte para proteger as nações mais vulneráveis aos impactos do aquecimento global.
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