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Uma pesquisa da Universidade de Hokkaido sugere que polvos gigantes de até 19 metros podem ter dominado os oceanos há cerca de 100 milhões de anos, período em que os dinossauros ainda habitavam a Terra. O estudo foi publicado na revista Science e traz novas evidências sobre a vida marinha no passado remoto.

Os cientistas utilizaram tecnologia de alta resolução aliada à inteligência artificial para analisar fósseis antigos, identificando características compatíveis com cefalópodes de grandes proporções. A partir dessas análises, a equipe concluiu que esses animais poderiam ter alcançado dimensões muito superiores às espécies atuais.

De acordo com o estudo, esses polvos gigantes possivelmente ocupavam o topo da cadeia alimentar marinha, atuando como predadores dominantes em um ecossistema ainda pouco compreendido. A descoberta amplia o conhecimento sobre a diversidade e a complexidade da vida nos oceanos durante a era dos dinossauros.

Os pesquisadores destacam que novas análises serão necessárias para confirmar as dimensões exatas e o comportamento dessas espécies, mas os resultados iniciais já indicam um cenário surpreendente sobre a evolução dos cefalópodes.

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