Museu da Imagem e do Som reabre no Rio após 16 anos e agenda cultural reúne shows, arte urbana e debates em SP 13 horas ago
México diz que vira-lata caramelo é ‘patrimônio nacional’ deles e revolta brasileiros: ‘Nem Portugal nos roubou tanto’ 24 de abril de 2026
CompartilheCompartilhe 0 A direita voltou ao poder no Chile neste domingo, com a eleição de José Antonio Kast, do Partido Republicano, que venceu o segundo turno das eleições presidenciais ao obter 58,2% dos votos, contra 41,8% da candidata governista Jeannette Jara, do Partido Comunista do Chile. Após a divulgação do resultado oficial, Jara reconheceu a derrota e afirmou que fará uma “oposição responsável”, enquanto o atual presidente, Gabriel Boric, parabenizou o vencedor e desejou-lhe sucesso à frente do país. Admirador do ex-presidente norte-americano Donald Trump e do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro, Kast se tornará o presidente chileno mais à direita desde o fim da ditadura de Augusto Pinochet, encerrada há 35 anos. Apesar da vitória expressiva nas urnas, ele assumirá o cargo em um cenário político adverso, marcado por um Congresso fragmentado, sem maiorias definidas, e por dificuldades na articulação de um governo sustentado por uma direita dividida. Em seu discurso após a confirmação do resultado, Kast afirmou que governará “para todos os chilenos” e classificou a vitória como “a esperança de viver sem medo”. Mesmo diante das limitações no Legislativo, o presidente eleito demonstrou confiança na aprovação rápida dos principais pontos de seu programa de governo, considerados a espinha dorsal de sua proposta política. Entre as prioridades anunciadas estão a redução de impostos para empresas, a eliminação de tributos na compra da primeira casa, a simplificação das legislações ambiental e trabalhista e a adoção de políticas de austeridade econômica. As medidas sinalizam uma mudança significativa em relação à agenda do atual governo e indicam um reposicionamento do Chile no espectro político regional. A eleição de Kast também redesenha o mapa político da América do Sul. A partir de março, quando ele tomará posse, seis dos 12 países da região serão governados por forças de direita — Chile, Argentina, Paraguai, Bolívia, Equador e Peru — enquanto os outros seis permanecerão sob governos de esquerda — Brasil, Uruguai, Venezuela, Colômbia, Guiana e Suriname. Embora localizada no continente sul-americano, a Guiana Francesa não é um país independente, sendo um território ultramarino da França.
Ataque antissemita durante celebração do Hanukkah deixa 15 mortos na Austrália e provoca reações internacionais
Interior Entregue pelo Estado, Centro de Ensino e Pesquisa do Hospital Geral Clériston Andrade consolida unidade na formação de profissionais 13 horas ago0
Política União Europeia fecha acordo para flexibilizar regras da Lei de Inteligência Artificial 13 horas ago0
Cultura Museu da Imagem e do Som reabre no Rio após 16 anos e agenda cultural reúne shows, arte urbana e debates em SP 13 horas ago0
Esporte Arsenal confirma favoritismo, vence o Atlético de Madrid e garante vaga na final da Champions 3 dias ago0
Entregue pelo Estado, Centro de Ensino e Pesquisa do Hospital Geral Clériston Andrade consolida unidade na formação de profissionais 13 horas ago
Museu da Imagem e do Som reabre no Rio após 16 anos e agenda cultural reúne shows, arte urbana e debates em SP 13 horas ago
Museu da Imagem e do Som reabre no Rio após 16 anos e agenda cultural reúne shows, arte urbana e debates em SP 13 horas ago
México diz que vira-lata caramelo é ‘patrimônio nacional’ deles e revolta brasileiros: ‘Nem Portugal nos roubou tanto’ 24 de abril de 2026