Documentário sobre álbum “Transa”, de Caetano Veloso, vai retratar exílio e ditadura militar 8 horas ago
Governo da Bahia prorroga inscrições de quatro editais culturais do São João 2026 até 14 de maio 6 dias ago
“O Diabo Veste Prada 2” estreia nos cinemas e divide atenção com produções brasileiras 2 de maio de 2026
México diz que vira-lata caramelo é ‘patrimônio nacional’ deles e revolta brasileiros: ‘Nem Portugal nos roubou tanto’ 24 de abril de 2026
CompartilheCompartilhe 0 Neste 2 de abril, celebra-se o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, uma data criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2007, com o propósito de disseminar informações e combater o preconceito e a discriminação relacionados ao transtorno. No Brasil, onde cerca de dois milhões de pessoas são autistas, a luta contra o preconceito é ainda mais urgente. O autismo, vale ressaltar, não é uma doença e pode ser diagnosticado logo no primeiro ano de vida. “Você suspeitou do diagnóstico é o melhor momento, e esse melhor momento é durante o primeiro ano de vida”, declarou o neurologista da Infância e da Adolescência, Erasmo Casella. Entretanto, o preconceito persiste em várias partes do país. Na semana passada, um incidente chocante ocorreu em Teresina, onde um homem, identificado nas imagens usando uma blusa preta, agrediu verbalmente uma babá e um menino autista de apenas 6 anos dentro de uma brinquedoteca de um restaurante. A discussão teria começado após a criança esbarrar no filho do agressor durante uma brincadeira. Segundo testemunhas, ele afirmou que o lugar de uma criança autista não era no meio de “crianças normais”. O pai da vítima, Franzé Silva, que é deputado estadual e autor de projetos de combate ao crime, denunciou o incidente às autoridades. “Não podemos ficar em silêncio, o silêncio leva à conivência e a conivência leva ao aumento do crime. O que aconteceu com o meu filho foi um crime, crime de um adulto que queria tirá-lo de um espaço coletivo pelo fato de ser autista”, afirmou Silva. De acordo com dados da ONU, 55% das crianças autistas no Brasil já sofreram algum tipo de preconceito, sendo que na maioria dos casos o agressor é um adulto. Este preconceito, além de cruel, representa um obstáculo significativo para as pessoas autistas, que, segundo especialistas, podem levar vidas normais ou quase normais. “São pessoas que podem ser totalmente funcionais, ter uma vida normal ou quase totalmente normal, vão casar, ter filhos, fazer faculdade, exercer uma profissão”, reforçou o neurologista Erasmo Casella. Fonte: BAND.com.br
Deputada Carla Zambelli aciona MPF para investigar Rosângela Lula da Silva por suposta coação e tráfico de influência no caso Robinho
Notícias Instagram lança “Instants”, recurso de fotos temporárias inspirado em BeReal e Snapchat 8 horas ago0
Famosos Mariliz Pereira Jorge defende debate na TV e critica posições de Juliano Cazarré 9 horas ago0
Brasil Estudo aponta superlotação em Fernando de Noronha e pressão crescente sobre infraestrutura da ilha 9 horas ago0
Mundo Telescópio James Webb registra imagem mais detalhada da superfície de exoplaneta rochoso 6 dias ago0
Mundo “Totalmente Inaceitável”Donald Trump classificou a resposta do Irã à mais recente proposta dos EUA para encerrar a guerra 11 de maio de 20260
Documentário sobre álbum “Transa”, de Caetano Veloso, vai retratar exílio e ditadura militar 8 horas ago
Documentário sobre álbum “Transa”, de Caetano Veloso, vai retratar exílio e ditadura militar 8 horas ago
Governo da Bahia prorroga inscrições de quatro editais culturais do São João 2026 até 14 de maio 6 dias ago
“O Diabo Veste Prada 2” estreia nos cinemas e divide atenção com produções brasileiras 2 de maio de 2026
México diz que vira-lata caramelo é ‘patrimônio nacional’ deles e revolta brasileiros: ‘Nem Portugal nos roubou tanto’ 24 de abril de 2026