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Uma pesquisa alarmante da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, sugere que o Brasil corre o risco de se tornar inabitável até 2070 devido ao aumento do calor extremo. A análise, baseada em dados de satélites para monitorar as projeções de temperatura ao longo dos anos, também aponta ameaças semelhantes para regiões dos EUA, Ásia e norte da África.

O impacto do calor intenso no corpo humano é preocupante: à medida que as temperaturas aumentam, aumenta também a tensão fisiológica, já que o organismo precisa produzir mais suor para se resfriar. Esse fenômeno pode ter consequências sérias para a saúde pública e o bem-estar das populações afetadas.

Enquanto isso, um dado recente do Observatório Copernicus, da União Europeia, acrescenta mais alarme ao cenário climático global. Segundo o Copernicus, o último domingo, dia 21, foi o dia mais quente já registrado, com a temperatura média global do ar alcançando 17,09°C. Desde junho do ano passado, o planeta tem enfrentado recordes mensais consecutivos de calor, superando em até 2ºC a média do período pré-industrial, marcado pelo início da emissão descontrolada de gases na atmosfera.

O Observatório Copernicus tem monitorado de perto a evolução das temperaturas globais, evidenciando um padrão alarmante de aquecimento que exige ação imediata e efetiva para mitigar os impactos das mudanças climáticas. No contexto brasileiro, onde o clima já apresenta extremos como secas prolongadas e ondas de calor intensas, a urgência de políticas ambientais robustas é ainda mais evidente para proteger as futuras gerações e os ecossistemas vulneráveis.

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