Feira Julina do Tabuão promete movimentar o Pelourinho com forró, gastronomia e muita animação 1 dia ago
Banda Gira D’Elas fortalece a liderança feminina no Samba Junino com instrumento feito de material reciclável 5 dias ago
“O Diabo Veste Prada 2” estreia nos cinemas e divide atenção com produções brasileiras 2 de maio de 2026
CompartilheCompartilhe 0 Em meio ao temor de uma guerra total no Oriente Médio, o presidente americano, Joe Biden, afirmou que não apoia ataques às instalações nucleares do Irã como resposta ao lançamento de quase 200 mísseis contra Israel na última terça-feira. Biden disse que vai “discutir com os israelenses o que vão fazer”, destacando que todos os aliados do G7 concordam que qualquer resposta deve ser proporcional. O presidente também deixou claro que mais sanções serão impostas ao Irã. Por outro lado, o presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, declarou que seu país “não procura a guerra”, mas que Israel está forçando uma reação. Ele enfatizou que o Irã “dará uma resposta mais forte”, caso Israel retaliar. No Conselho de Segurança da ONU, que realizou uma reunião de emergência, o secretário-geral António Guterres, considerado persona non grata por Israel após pedir o fim da escalada de violência sem mencionar o Irã, afirmou que as coisas “passaram de ruins para muito, muito piores”. Pela primeira vez desde 2006, o bairro de Bashoura, no coração de Beirute, foi atacado por Israel na noite de ontem, com três explosões abalando os subúrbios ao sul da capital. De acordo com o Ministério da Saúde libanês, pelo menos seis pessoas morreram e sete ficaram feridas, enquanto outros ataques israelenses mataram 46 pessoas. Além disso, oito soldados israelenses morreram durante operações terrestres no território libanês, resultando em um oficial e quatro soldados “gravemente feridos”. O Exército do Líbano informou que as tropas israelenses romperam a fronteira, avançando cerca de 400 metros antes de se retirarem. O premiê israelense, Benjamin Netanyahu, enviou condolências às famílias das vítimas, enfatizando que o país continua em uma “dura guerra contra o eixo do mal do Irã”, que busca “destruir Israel”. Analistas como David E. Sanger destacam que a tão temida guerra mais ampla no Oriente Médio parece estar em curso, levantando questões sobre a intensificação do conflito e o possível envolvimento mais direto das forças dos EUA. Desde a morte do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, na sexta-feira, o governo Biden mudou sua postura, deixando de alertar sobre uma guerra mais ampla para tentar gerenciá-la. James Shotter sugere que diplomatas têm incentivado Israel a atacar os lançadores de mísseis iranianos, uma alternativa que poderia ser vista como uma resposta simétrica, menos propensa a desencadear um novo ciclo de retaliação. No entanto, a linha-dura dentro de Israel pressiona por ações mais contundentes, aproveitando a fraqueza do Hezbollah para atacar o programa nuclear iraniano, considerado a maior ameaça estratégica do país.
Esporte **Vozinha: o herói improvável que parou a Espanha e conquistou milhões nas redes sociais** 13 horas ago0
Esporte Antonelli surpreende Verstappen e garante pole em Mônaco; Bortoleto larga em 16º 6 de junho de 20260
Policlínica de Escada ultrapassa 800 mil atendimentos e consolida papel estratégico na assistência especializada 3 horas ago
**Vozinha: o herói improvável que parou a Espanha e conquistou milhões nas redes sociais** 13 horas ago
“Marco histórico para o estado”, diz Jerônimo Rodrigues ao autorizar início das obras em terra da Ponte Salvador–Itaparica 14 horas ago
Feira Julina do Tabuão promete movimentar o Pelourinho com forró, gastronomia e muita animação 1 dia ago
Banda Gira D’Elas fortalece a liderança feminina no Samba Junino com instrumento feito de material reciclável 5 dias ago
“O Diabo Veste Prada 2” estreia nos cinemas e divide atenção com produções brasileiras 2 de maio de 2026