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CompartilheCompartilhe 0 Negociações comerciais entre Pequim e Washington podem avançar, enquanto a política interna dos EUA vive abalos e decisões polêmicas na saúde global geram alarme A China está avaliando uma proposta formal dos Estados Unidos para retomar negociações comerciais, o que pode representar um avanço no fim da guerra tarifária entre as duas maiores economias do mundo. De acordo com um porta-voz do Ministério do Comércio chinês, altos representantes do governo norte-americano fizeram múltiplos contatos com Pequim em busca de reabrir o diálogo. No entanto, o governo de Xi Jinping condicionou qualquer avanço à remoção total das tarifas unilaterais impostas pelos EUA, afirmando que a manutenção dessas medidas sinalizaria “falta de sinceridade” e “comprometeria ainda mais a confiança mútua”. Enquanto as tratativas comerciais ganham os holofotes, o presidente Donald Trump promoveu mudanças significativas em sua equipe de segurança nacional. Mike Waltz foi demitido do cargo de conselheiro de segurança após um escândalo envolvendo vazamento de mensagens no aplicativo Signal. Em seu lugar, assume interinamente o atual secretário de Estado, Marco Rubio. Apesar do desgaste, Trump prometeu nomear Waltz como embaixador dos EUA na ONU — uma instituição que ele próprio já classificou como “obsoleta”. Em outra frente, Elon Musk, diretor do Departamento de Eficiência Governamental, concedeu uma entrevista à imprensa na Sala Roosevelt da Casa Branca em tom de despedida. Admitindo dificuldades em implementar os cortes orçamentários prometidos, Musk afirmou que o processo poderá se estender até o fim do segundo mandato de Trump. Em um momento curioso, comparou seu papel à figura de Buda: “Ele não está mais vivo, mas você não perguntaria: ‘Quem lideraria o budismo?’”, afirmou. Mais controversa ainda foi a decisão do governo Trump de suspender, por meio do NIH (Instituto Nacional de Saúde), o financiamento de pesquisas científicas fora dos EUA. A medida impacta milhares de projetos globais em saúde, especialmente em áreas críticas como doenças infecciosas e saúde pública. Segundo dados da revista Nature, o corte pode afetar diretamente a vida de até 25 milhões de pessoas nos próximos 15 anos. O anúncio oficial deve ser feito na próxima semana.
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