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CompartilheCompartilhe 0 O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli autorizou a abertura de um inquérito da Polícia Federal para investigar a atuação de influenciadores digitais em campanhas de defesa do Banco Master e em ataques direcionados ao Banco Central e a outras autoridades que adotaram posições contrárias aos interesses da instituição controlada por Daniel Vorcaro. Em análise preliminar, a Polícia Federal identificou indícios de uma campanha difamatória coordenada, com ataques virtuais orquestrados contra o BC. Paralelamente, um outro grupo de influenciadores relatou ter sido procurado para participar de ações de comunicação em defesa do Banco de Brasília (BRB). Pelo menos três criadores de conteúdo afirmaram que receberam convites para um almoço com representantes da instituição, com o objetivo de apresentar a chamada “versão dos fatos” do banco, seguida da publicação de conteúdos orientados nas redes sociais. As abordagens incluíam, ainda, pedidos de orçamento para a produção desse material. A Flap, empresa de comunicação que presta serviços ao BRB, informou que a iniciativa fazia parte de um projeto ainda em fase preliminar de planejamento e que não houve aprovação prévia por parte da instituição financeira. Segundo a empresa, as conversas não avançaram para a execução de ações concretas. Além das apurações envolvendo influenciadores, o Banco Central também abriu uma investigação interna para apurar eventuais falhas no processo de supervisão, intervenção e liquidação do Banco Master. Embora não haja denúncias formais contra eles, Belline Santana e Paulo Sérgio Neves de Souza, que ocupavam cargos de chefia no Departamento de Supervisão Bancária, entregaram suas funções. De acordo com o BC, a medida não tem caráter punitivo, mas busca aperfeiçoar os mecanismos de controle para evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer. O caso ganhou novos contornos após o ministro do STF Alexandre de Moraes negar ter participado de um encontro com o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, na residência de Daniel Vorcaro, no primeiro semestre de 2025, conforme noticiado pelo portal Metrópoles. Em nota, Moraes afirmou que a reportagem segue um padrão de ataques criminosos e desqualificados contra integrantes da Corte. Antes da liquidação do Banco Master, decretada pelo Banco Central sob suspeita de fraudes, o escritório Barci de Moraes, ligado à família do ministro, prestou serviços jurídicos à instituição. A investigação sobre o banco passou a tramitar no STF em dezembro do ano passado. O episódio tem gerado críticas no meio jurídico e político. Para o professor de Direito Constitucional Conrado Hübner Mendes, a permanência de Dias Toffoli no centro das decisões relacionadas ao caso representa um risco institucional. Segundo ele, a promiscuidade entre interesses privados e a atuação da Corte enfraquece o STF e acaba favorecendo projetos políticos extremistas, em especial ligados ao bolsonarismo.
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