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CompartilheCompartilhe 0 A última semana antes do recesso parlamentar começou agitada em Brasília, com movimentações estratégicas em torno de duas propostas centrais para o governo federal: o ajuste fiscal e a reforma tributária. Para acelerar a tramitação do ajuste fiscal no Congresso, o presidente da Câmara, Arthur Lira, optou por anexar a PEC do corte de gastos a uma proposta de reforma tributária já apta para votação. Com essa manobra, a PEC do ajuste, que inclui medidas como restrições ao abono salarial e combate aos supersalários, não precisará passar pela análise da Comissão de Constituição e Justiça nem por uma comissão especial, o que acelera sua aprovação. Além disso, o governo federal avançou na liberação de indicações para agências reguladoras, com o objetivo de fortalecer sua base de apoio no Senado e destravar o pacote fiscal. As nomeações, publicadas no Diário Oficial da União, foram alinhadas em uma reunião com o presidente Lula, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e o senador Davi Alcolumbre (União-AP), antes da cirurgia de Lula. O movimento visa garantir apoio em temas prioritários, especialmente o pacote fiscal, que é visto como essencial para tranquilizar os agentes financeiros e garantir a estabilidade econômica. A aprovação desse pacote tornou-se ainda mais urgente diante da recente escalada do dólar. Apesar dos esforços do Banco Central, que realizou dois leilões extraordinários de câmbio injetando US$ 4,6 bilhões no mercado, a moeda americana fechou em seu maior valor nominal da história, com alta de 1,03%, a R$ 6,091. O Ibovespa também refletiu esse clima de incerteza, encerrando o dia com queda de 0,84%. A desvalorização do real foi a maior entre as moedas dos países emergentes e as principais moedas globais, reforçando a necessidade de medidas fiscais para conter a volatilidade. O foco também está na reforma tributária, que está prestes a ser votada no plenário da Câmara. O relator do texto, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), fez mudanças importantes no projeto, como o fim da desoneração de 60% das contas de água e esgoto e a volta das bebidas açucaradas ao Imposto Seletivo. A expectativa é que a votação tenha começado ontem à noite, e, caso seja aprovada, a proposta seguirá para sanção presidencial. O governo trabalha para evitar alterações significativas nas propostas, com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmando que o governo está empenhado em preservar a robustez do arcabouço fiscal. Porém, o cenário econômico ainda é desafiador. A inflação enfrenta dificuldades para manter-se dentro da meta de 4,5%, o que coloca uma pressão adicional sobre o Banco Central. De acordo com o economista Sérgio Vale, sem um choque fiscal mais intenso, como o estabelecido pela regra do teto de gastos em 2016, o governo precisará se preparar para dois anos econômicos difíceis, com a inflação e a taxa Selic exigindo medidas coordenadas e intensas para garantir a estabilidade fiscal. A última semana do ano em Brasília, portanto, será crucial para o futuro econômico do Brasil, com o governo e o Congresso correndo contra o tempo para avançar com reformas e pacotes fiscais que podem ter impacto direto na vida dos brasileiros e na confiança do mercado.
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