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A popularidade da série coreana Round 6 trouxe não só sucessos de audiência, mas também preocupação entre educadores e pais, principalmente após o lançamento da segunda temporada, em dezembro de 2024. Conhecida por suas cenas gráficas de violência em meio a brincadeiras infantis, a série gerou reações em escolas de São Paulo, onde crianças começaram a reproduzir as atividades do programa, como o cabo de guerra e o jogo de estátua.

O conteúdo, que tem classificação indicativa de 18 anos, foi uma preocupação para as escolas Gurilândia e Land School, que, após perceberem referências a Round 6 entre os alunos, enviaram comunicados alertando os pais. O Núcleo de Apoio ao Estudante dessas instituições destacou que, apesar de parecerem brincadeiras infantis, os jogos apresentados na série envolvem violência extrema, punições severas e consequências irreversíveis.

Em uma nota enviada aos responsáveis, as escolas ressaltaram a importância de os pais monitorarem o conteúdo consumido pelas crianças, pois tal material pode afetar o desenvolvimento emocional e psicológico delas. “Nosso compromisso é garantir um ambiente seguro e saudável para a aprendizagem”, afirmou a direção das escolas.

Embora o alerta tenha sido emitido, o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado (Sinepe) informou que ainda não há relatos de casos semelhantes em outras instituições da região. O episódio, no entanto, continua a gerar discussões sobre os impactos de produções audiovisuais com temáticas violentas no comportamento infantil.

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