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CompartilheCompartilhe 0 O Bahia voltou a decepcionar e aumentou ainda mais a crise dentro de campo. Na derrota por 3 a 2 para o Coritiba, o time mostrou novamente duas versões completamente diferentes durante a partida: um primeiro tempo consistente, competitivo e organizado, seguido de um segundo tempo simplesmente deplorável. A equipe começou bem, pressionando, criando oportunidades e demonstrando intensidade. O Bahia conseguiu abrir o placar e dava sinais de que finalmente poderia encerrar a sequência negativa. O time parecia compacto, com boa movimentação e postura agressiva, algo que a torcida vinha cobrando há semanas. Mas bastou a volta do intervalo para tudo desmoronar. O Bahia retornou completamente perdido em campo, sem marcação, sem equilíbrio e totalmente vulnerável defensivamente. O Coritiba tomou conta da partida enquanto o time de Rogério Ceni assistia passivamente ao adversário crescer. Mais uma vez, o treinador não conseguiu corrigir a equipe durante o jogo. As mudanças não surtiram efeito, o meio-campo desapareceu e o sistema defensivo virou um caos. A sensação foi de um time sem comando, emocionalmente abatido e incapaz de reagir diante da pressão. A atuação de Rogério Ceni volta a ser alvo de críticas pesadas. O Bahia se tornou um time previsível, que até consegue competir em alguns momentos, mas não suporta qualquer adversidade. O segundo tempo foi um retrato claro da falta de organização e da queda física e mental da equipe. A sequência sem vitórias aumenta a pressão sobre o treinador, que parece cada vez mais distante de encontrar soluções. E individualmente, João Paulo voltou a comprometer. O goleiro reserva teve mais uma atuação horrorosa, transmitindo insegurança em praticamente todas as jogadas perigosas. Falhou em momentos decisivos e irritou ainda mais a torcida, que já não suporta suas atuações. Internamente, o jogador já foi avisado de que não permanecerá no elenco, e seu desempenho em campo apenas reforça a decisão. Cada oportunidade recebida parece confirmar que ele não tem condições de defender a camisa do Bahia em um momento tão delicado. O Bahia vive hoje uma crise técnica e emocional evidente. Um time que até consegue apresentar consistência em parte do jogo, mas que desmorona completamente no segundo tempo. Sem reação, sem confiança e sem liderança, o Tricolor vê a pressão aumentar a cada rodada enquanto a torcida perde a paciência com o elenco e principalmente com Rogério Ceni. Foto: Catarina Brandão/EC Bahia
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