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CompartilheCompartilhe 0 Salvo uma brutal surpresa como a falta de votos para aprovar no Senado a indicação de Flávio Dino para ministro do Supremo Tribunal Federal, dá-se como pule de dez nos gabinetes do Palácio do Planalto que o substituto dele no Ministério da Justiça e da Segurança Pública será o jurista Ricardo Lewandowski. Se viva fosse, a ex-primeira-dama Marisa Letícia, a segunda mulher de Lula que morreu quando ele estava preso em Curitiba, estaria satisfeita. Foi ela que convenceu Lula a nomear Lewandowski ministro do Supremo. O jurista sempre foi amigo da família de Maria Letícia, e Lula com o tempo aprendeu a gostar e a confiar nele. Não haverá convite a Lewandowski antes da aprovação pelo Senado do nome de Dino para a vaga da ex-ministra Rosa Weber. Mas Lula está convencido de que ele não recusará um eventual convite. Lewandowski só quer ter carta branca para nomear todos os seus auxiliares. É o que sempre desejam os aspirantes a ministros. Lula não abre mão da manutenção no comando da Polícia Federal do delegado Andrei Augusto Passos Rodrigues, homem de toda sua confiança. Lewandowski e Lula estão de acordo que o Ministério da Justiça e da Segurança Pública não deve ser dividido em dois. O PSB de Dino cobiça algumas secretarias do ministério. O próprio Dino trabalha para que Ricardo Cappelli, seu braço direito e atual secretário-geral do ministério, assuma a Secretaria Nacional de Segurança Pública. Capelli foi o interventor no Distrito Federal por ocasião do golpe fracassado de 8 de janeiro. Lula ficou bem impressionado com seu desempenho na função. Quanto ao apetite do PSB por cargos, Lula considera que o partido deve dar-se por satisfeito com os que tem. Com 14 deputados federais de um total de 513, e um senador de um total de 81, o PSB detém 3 ministérios. Sem Dino, ficará com dois: Geraldo Alckmin (Indústria e Comércio) e Márcio França (Empreendedorismo).
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