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CompartilheCompartilhe 0 O Kremlin acusou o governo dos Estados Unidos, liderado por Joe Biden, de buscar escalar o conflito na Ucrânia, permitindo que o país use mísseis de longo alcance para realizar ataques dentro da Rússia. A alegação foi feita pelo porta-voz de Vladimir Putin, Dmitry Peskov, que chamou a decisão de “imprudente” e “perigosa”, afirmando que ela visa aumentar o envolvimento qualitativo dos EUA no conflito. Segundo Peskov, a administração de Biden, que está prestes a deixar o cargo, estaria tomando medidas para intensificar as tensões e “colocar lenha na fogueira” do já complicado cenário da guerra. A reação do Kremlin ocorre em um momento de crescente preocupação com o impacto da guerra na Europa, e com o aumento das tensões entre Rússia e os países da OTAN, liderados pelos EUA. A utilização de mísseis de longo alcance poderia alterar o equilíbrio da guerra, permitindo à Ucrânia atingir alvos estratégicos dentro do território russo, o que é visto como uma escalada significativa no confronto. Enquanto isso, os países nórdicos começam a se preparar para um possível aumento das hostilidades vindas da Rússia. A Suécia iniciou, nesta terça-feira (19), a distribuição de folhetos informativos à população, com orientações sobre como reagir durante ataques aéreos, o funcionamento dos sistemas de alerta e medidas de segurança psicológica e digital. Noruega e Finlândia seguiram o exemplo, distribuindo panfletos semelhantes, com informações sobre como se preparar para emergências e incidentes. As autoridades desses países estão especialmente atentas à possibilidade de um ataque russo à região, dada a proximidade com a França e o Reino Unido, membros da OTAN. A preparação dos países nórdicos visa garantir que seus cidadãos saibam como reagir em caso de uma escalada do conflito, com foco em abrigos durante ataques aéreos e medidas de segurança em um cenário de crescente incerteza na região. Este contexto sublinha a preocupação crescente com a estabilidade da Europa, enquanto as potências ocidentais e a Rússia continuam a se confrontar de maneira indireta no campo de batalha ucraniano, com consequências potencialmente graves para a segurança global.
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