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CompartilheCompartilhe 0 O número de famílias brasileiras vivendo em insegurança alimentar grave apresentou queda no último ano, segundo dados divulgados na sexta-feira (11) pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE. O percentual de domicílios nessa situação passou de 27,6% em 2023 para 24,2% em 2024, o que representa a saída de cerca de 2,2 milhões de famílias da condição de fome extrema. Ao mesmo tempo, a proporção de domicílios em segurança alimentar — ou seja, com acesso pleno e regular a alimentos de qualidade — cresceu de 72,4% para 75,8% no período analisado, evidenciando uma melhora nos indicadores nacionais de acesso à alimentação. Apesar do avanço, 18,9 milhões de famílias ainda convivem com algum grau de insegurança alimentar, o que inclui desde a redução da qualidade dos alimentos até a escassez severa de comida. As regiões Norte (37,7%) e Nordeste (34,8%) seguem como as mais afetadas do país, mantendo os maiores percentuais de domicílios vulneráveis à fome. Desigualdades regionais persistem O estudo do IBGE confirma a manutenção de desigualdades estruturais no acesso à alimentação, especialmente entre as regiões mais pobres do país. Enquanto Sul, Sudeste e Centro-Oeste apresentam taxas menores e em queda, Norte e Nordeste continuam enfrentando os maiores desafios, com parte expressiva da população dependendo de políticas públicas de assistência social e distribuição de renda. Políticas públicas no foco A redução nos números da fome é vista por especialistas como reflexo da retomada e ampliação de programas sociais pelo governo federal, como o Bolsa Família, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e iniciativas ligadas à agricultura familiar. Para o governo, os dados indicam que o Brasil está voltando ao caminho do combate efetivo à fome, mas ainda há muito a ser feito. A meta, segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, é erradicar a fome até 2030, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.
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