0

Após mais um caso de racismo no futebol europeu, o Painel da Voz dos Jogadores da FIFA iniciou discussões internas para proibir que atletas cubram a boca ao se comunicar dentro de campo. A medida surge como resposta a episódios em que o gesto, tradicionalmente utilizado para esconder estratégias táticas, teria sido empregado para proferir ofensas.

A discussão ganhou força depois da partida pela UEFA Champions League, na última terça-feira, quando o meia argentino Gianluca Prestianni, do SL Benfica, teria dirigido insultos racistas a Vinícius Júnior, do Real Madrid, enquanto cobria a boca com a mão.

O gesto é comum no futebol profissional e costuma ser utilizado para impedir que câmeras e adversários identifiquem orientações táticas ou combinações de jogadas. No entanto, diante da recorrência de casos de discriminação, integrantes do painel defendem que a prática pode dificultar a identificação de ofensas e comprometer a transparência em campo.

A eventual proibição ainda está em fase de debate e dependerá de análise jurídica e regulamentar. A iniciativa faz parte de um esforço mais amplo da entidade para endurecer o combate ao racismo, tema que tem gerado crescente pressão de atletas, clubes e torcedores por punições mais rigorosas e mecanismos eficazes de prevenção.

Acidentes em pistas simples e trechos retos lideram casos graves nas rodovias federais

Artigo anterior

Paris inaugura exposição em homenagem a Sebastião Salgado com 200 fotografias

Próximo artigo

Você pode gostar

Comentários

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais sobre Esporte