Plataformas digitais do Governo da Bahia alcançam mais de 252 milhões de usuários no Carnaval 19 de fevereiro de 2026
Após destaque no Globo de Ouro, “O Agente Secreto” amplia reconhecimento em premiações internacionais 13 de janeiro de 2026
Wagner Moura faz história e conquista Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama 12 de janeiro de 2026
CompartilheCompartilhe 0 Em uma recente entrevista ao New York Times, John Kelly, ex-chefe de gabinete de Donald Trump na Casa Branca entre 2017 e 2019, fez declarações contundentes sobre o ex-presidente, afirmando que ele se encaixa “na definição de fascista”. A duas semanas das eleições, suas observações se somam a um crescente coro de advertências de ex-assessores sobre como Trump poderia governar caso retorne ao poder. Kelly foi claro ao afirmar que Trump “governaria como um ditador se fosse permitido” e que ele não tem “nenhuma compreensão da Constituição ou do conceito de Estado de direito”. Essas declarações ressoaram fortemente no cenário político, especialmente entre os democratas. A vice-presidente Kamala Harris comentou que Trump está “cada vez mais desequilibrado e instável”, questionando sua aptidão para o cargo. “Sabemos o que Donald Trump quer. Ele quer poder irrestrito”, enfatizou. O estrategista político James Carville também se manifestou, apontando que o Partido Republicano está em uma sequência de derrotas, o que pode ser um fator crucial para a possível derrota de Trump. Carville observou que os democratas têm se destacado em eleições especiais desde que decisões da Suprema Corte, influenciadas por indicados de Trump, revogaram direitos fundamentais, como o direito ao aborto. “Adivinhe? O aborto está na cédula novamente — para presidente”, disse. Nate Silver, analista de dados e fundador do site FiveThirtyEight, acrescentou uma perspectiva cautelosa, destacando que, em uma eleição onde os sete estados-campos de batalha estão com margens muito apertadas, prever um resultado claro é desafiador. “50-50 é a única previsão responsável”, afirmou. Contudo, ele compartilhou seu instinto, que aponta para Trump como um candidato forte. As observações de Kelly e os comentários de figuras proeminentes, como Harris e Carville, refletem uma crescente preocupação sobre o futuro da democracia americana e o impacto que um potencial segundo mandato de Trump poderia ter sobre as instituições e valores fundamentais do país.
Notícias Trump faz discurso mais longo do Estado da União e ataca democratas, Suprema Corte e Irã 20 horas ago0
Notícias PL lança Douglas Ruas ao governo do Rio e aposta em chapas “puro sangue” para o Senado 20 horas ago0
Brasil Executivo entra no debate sobre supersalários e propõe regra nacional para limitar “penduricalhos” 20 horas ago0
Brasil Câmara aprova PL Antifacção, endurece penas contra crime organizado e retira taxação de apostas online 20 horas ago0
Notícias Nesta quarta (25), o governador em exercício, Geraldo Júnior, amplia investimentos na segurança pública com entrega de viaturas, armamentos e equipamentos para capital e interior 20 horas ago0
Capital Governador Jerônimo Rodrigues lamenta morte do desembargador Carlos Cintra e destaca: “lutou pela autonomia do Judiciário” 20 horas ago0
Brasil Partidos de direita se articulam contra o fim da escala 6×1 e defendem adiamento da proposta 2 dias ago0
Chuvas em Minas Gerais deixam 31 mortos e milhares de desabrigados; Juiz de Fora decreta calamidade 20 horas ago
Trump faz discurso mais longo do Estado da União e ataca democratas, Suprema Corte e Irã 20 horas ago
Plataformas digitais do Governo da Bahia alcançam mais de 252 milhões de usuários no Carnaval 19 de fevereiro de 2026
Após destaque no Globo de Ouro, “O Agente Secreto” amplia reconhecimento em premiações internacionais 13 de janeiro de 2026
Wagner Moura faz história e conquista Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama 12 de janeiro de 2026