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CompartilheCompartilhe 0 Após semanas de impasse diplomático, o governo dos Estados Unidos finalmente concedeu um visto de entrada para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, permitindo sua participação em reuniões sobre saúde pública que ocorrerão paralelamente à Assembleia Geral da ONU, marcada para começar no próximo dia 23, em Nova York. A liberação, no entanto, veio com duras restrições: o ministro só poderá circular entre seu hotel e a sede das Nações Unidas, com deslocamentos limitados a um raio de cinco quarteirões. Padilha havia tido seu visto de turista previamente cancelado pela Casa Branca, em razão de seu envolvimento no programa Mais Médicos, criado durante o governo Dilma Rousseff e que trouxe milhares de médicos cubanos ao Brasil. A alegação dos EUA se baseava em denúncias de supostas violações trabalhistas ligadas ao programa, vistas por Washington como práticas incompatíveis com os direitos humanos. Nos bastidores, o veto parcial ao ministro brasileiro causou desconforto diplomático, especialmente por contrariar acordos internacionais firmados desde a fundação da ONU, em 1947, que garantem livre trânsito para autoridades participantes das assembleias da organização. Apesar das restrições, o Itamaraty considerou positiva a concessão do visto, evitando um possível embaraço internacional às vésperas de um dos eventos multilaterais mais importantes do calendário diplomático global. Enquanto isso, no próprio território americano, parlamentares de ambos os partidos – Democratas e Republicanos – uniram forças contra uma medida adotada pelo ex-presidente Donald Trump que continua afetando diretamente a economia brasileira. Um grupo de senadores apresentou um projeto de lei para derrubar o tarifaço de 50% imposto sobre produtos brasileiros, em especial do setor agrícola e siderúrgico, sob a justificativa de proteger a indústria americana. Em nota conjunta, os senadores criticaram a medida de Trump como “ilegal” e apontaram que a sobretaxa amplia a inflação nos Estados Unidos e prejudica as relações com o Brasil. “Uma guerra comercial com o Brasil aumentaria os custos para os americanos, prejudicaria as economias americana e brasileira e aproximaria o Brasil da China”, alertaram os parlamentares. O projeto deverá ser analisado e votado pelo Senado norte-americano nas próximas semanas, em meio a um ambiente político cada vez mais polarizado e de olho nas eleições presidenciais de 2026. A iniciativa é vista como um sinal de que parte do Congresso quer resgatar o pragmatismo nas relações com a América Latina e frear os danos colaterais da política comercial adotada por Trump durante sua gestão. As duas situações – a liberação restrita do visto para Padilha e a tentativa de reverter o tarifaço – evidenciam as complexas camadas da relação bilateral entre Brasil e Estados Unidos, marcada por tensões, interesses econômicos e disputas ideológicas que vão muito além da diplomacia formal.
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