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CompartilheCompartilhe 0 Presidente assina decreto que regulamenta Lei de Reciprocidade Econômica; oposição se divide entre articulações institucionais e ofensivas políticas no exterior. A escalada da crise comercial entre Brasil e Estados Unidos, desencadeada pela imposição unilateral do presidente norte-americano Donald Trump de tarifas de 50% sobre todos os produtos brasileiros, começa a desenhar os movimentos de governo e oposição no tabuleiro político. Em resposta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou nesta terça-feira (15) um decreto que regulamenta a Lei de Reciprocidade Econômica, que servirá como base legal para eventuais medidas retaliatórias contra Washington. A lei, inicialmente concebida para responder a barreiras da União Europeia a produtos agrícolas, foi aprovada pelo Congresso em abril, após o primeiro pacote de tarifas anunciado por Trump. Agora, com a crise em ebulição, Lula aciona seu governo para articulações emergenciais. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, iniciou uma rodada de reuniões com representantes da indústria e do agronegócio para formular uma reação coordenada. Também participam da força-tarefa os ministros Rui Costa (Casa Civil), Mauro Vieira (Relações Exteriores) e Fernando Haddad (Fazenda). Do lado oposto da cena política, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) adotou uma postura agressiva. Em entrevista concedida nos Estados Unidos, onde está desde fevereiro, afirmou que renunciará ao mandato parlamentar para continuar articulando ações contra o Judiciário brasileiro. “A minha data para voltar é quando Alexandre de Moraes não tiver mais força para me prender… Estou sacrificando meu mandato pela liberdade”, declarou. Eduardo Bolsonaro e o influenciador digital Paulo Figueiredo – foragido da Justiça brasileira – desembarcam hoje em Washington. Eles têm reuniões com autoridades americanas para pressionar por sanções mais duras contra o ministro Alexandre de Moraes, incluindo medidas financeiras contra seus familiares. Segundo o deputado, o tarifaço de Trump é resultado direto da atuação do grupo que tenta convencer os EUA a intervir no processo judicial contra Jair Bolsonaro. Internamente, a ofensiva internacional de Eduardo já causa atritos na oposição. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também envolvido nas tratativas com diplomatas americanos, virou alvo de críticas do deputado. Eduardo acusou o governador de “desrespeito” por buscar interlocução com a embaixada dos EUA no Brasil. “Já provamos que somos mais efetivos do que o próprio Itamaraty”, disparou. Apesar das críticas, Tarcísio continua tentando se posicionar como figura de peso na mediação da crise. Nesta terça, ele promove um encontro entre os principais exportadores paulistas e o encarregado de negócios da embaixada americana, Gabriel Escobar, reforçando o esforço de São Paulo para conter os impactos do tarifaço. Em declarações recentes, Tarcísio chegou a responsabilizar o presidente Lula pelas sanções americanas, numa tentativa de manter seu alinhamento ideológico com a base bolsonarista sem alimentar novos conflitos internos. A crise comercial, que já afeta diretamente o agronegócio e a indústria nacional, também acirra tensões no cenário político. Com o governo buscando respaldo institucional e a oposição dividida entre pragmatismo e radicalização, os desdobramentos da disputa com os Estados Unidos prometem marcar os rumos da política e da economia brasileiras nas próximas semanas.
A escalada da crise comercial entre Brasil e Estados Unidos, desencadeada pela imposição unilateral do presidente norte-americano Donald Trump de tarifas de 50% sobre todos os produtos brasileiros, começa a desenhar os movimentos de governo e oposição no tabuleiro político. Em resposta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou nesta terça-feira (15) um decreto que regulamenta a Lei de Reciprocidade Econômica, que servirá como base legal para eventuais medidas retaliatórias contra Washington. A lei, inicialmente concebida para responder a barreiras da União Europeia a produtos agrícolas, foi aprovada pelo Congresso em abril, após o primeiro pacote de tarifas anunciado por Trump. Agora, com a crise em ebulição, Lula aciona seu governo para articulações emergenciais. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, iniciou uma rodada de reuniões com representantes da indústria e do agronegócio para formular uma reação coordenada. Também participam da força-tarefa os ministros Rui Costa (Casa Civil), Mauro Vieira (Relações Exteriores) e Fernando Haddad (Fazenda). Do lado oposto da cena política, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) adotou uma postura agressiva. Em entrevista concedida nos Estados Unidos, onde está desde fevereiro, afirmou que renunciará ao mandato parlamentar para continuar articulando ações contra o Judiciário brasileiro. “A minha data para voltar é quando Alexandre de Moraes não tiver mais força para me prender… Estou sacrificando meu mandato pela liberdade”, declarou. Eduardo Bolsonaro e o influenciador digital Paulo Figueiredo – foragido da Justiça brasileira – desembarcam hoje em Washington. Eles têm reuniões com autoridades americanas para pressionar por sanções mais duras contra o ministro Alexandre de Moraes, incluindo medidas financeiras contra seus familiares. Segundo o deputado, o tarifaço de Trump é resultado direto da atuação do grupo que tenta convencer os EUA a intervir no processo judicial contra Jair Bolsonaro. Internamente, a ofensiva internacional de Eduardo já causa atritos na oposição. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também envolvido nas tratativas com diplomatas americanos, virou alvo de críticas do deputado. Eduardo acusou o governador de “desrespeito” por buscar interlocução com a embaixada dos EUA no Brasil. “Já provamos que somos mais efetivos do que o próprio Itamaraty”, disparou. Apesar das críticas, Tarcísio continua tentando se posicionar como figura de peso na mediação da crise. Nesta terça, ele promove um encontro entre os principais exportadores paulistas e o encarregado de negócios da embaixada americana, Gabriel Escobar, reforçando o esforço de São Paulo para conter os impactos do tarifaço. Em declarações recentes, Tarcísio chegou a responsabilizar o presidente Lula pelas sanções americanas, numa tentativa de manter seu alinhamento ideológico com a base bolsonarista sem alimentar novos conflitos internos. A crise comercial, que já afeta diretamente o agronegócio e a indústria nacional, também acirra tensões no cenário político. Com o governo buscando respaldo institucional e a oposição dividida entre pragmatismo e radicalização, os desdobramentos da disputa com os Estados Unidos prometem marcar os rumos da política e da economia brasileiras nas próximas semanas.
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