São João da Bahia abre programação com forró, tradição e clima de Copa do Mundo no Pelourinho e bairros de Salvador 1 dia ago
Feira Julina do Tabuão promete movimentar o Pelourinho com forró, gastronomia e muita animação 6 dias ago
Banda Gira D’Elas fortalece a liderança feminina no Samba Junino com instrumento feito de material reciclável 11 de junho de 2026
“O Diabo Veste Prada 2” estreia nos cinemas e divide atenção com produções brasileiras 2 de maio de 2026
CompartilheCompartilhe 0 Militares enfrentam ambiente insalubre com goteiras e risco elétrico, chegando a pagar do próprio bolso a internet da unidade A rotina dos militares lotados na 3ª Companhia de Bombeiros Militar, pertencente ao 2º Batalhão em Feira de Santana, tem sido marcada por desafios que ultrapassam o atendimento a ocorrências na cidade histórica de Cachoeira. Bombeiros denunciam que o quartel enfrenta um quadro severo de degradação estrutural. Entre os problemas citados pelos militares estão infiltrações constantes e calhas danificadas e furadas, que ocasionam alagamentos frequentes em áreas críticas como o alojamento e banheiros. Em períodos de chuva, a situação se agrava significativamente, com a entrada de água no interior das dependências, causando danos à estrutura e exigindo que móveis e equipamentos eletrônicos sejam afastados para evitar perdas. Ao CORREIO, um bombeiro deu detalhes sobre a situação do quartel, que funciona em uma antiga estação de trem em Cachoeira, no Recôncavo. “A gente convive aqui com mofo no forro, com bastante umidade e alagamentos quando chove. Cachoeira é uma cidade bastante chuvosa e a gente tem que afastar móveis, armários, equipamentos eletrônicos e computadores para evitar que a água danifique tudo”, diz, em condição de anonimato por medo de represálias. Segundo ele, os prejuízos atingem tanto a estrutura física quanto a parte elétrica. “Já danificou lâmpadas, portas, paredes. No alojamento, tem infiltração e a pintura está descascando”, afirma. O militar também aponta que o problema pode estar relacionado à estrutura do telhado. “Colocaram calha de zinco em uma cidade com salitre. Não iria resistir. A calha está toda furada, causando essa molhação toda. Era algo simples de resolver, bastava substituir”, acrescenta. Em nota, o Corpo de Bombeiros informou que mantém efetivo operacional permanente no município de Cachoeira, assegurando o atendimento às ocorrências na região do Recôncavo. “A Corporação reconhece a necessidade de melhorias na infraestrutura da 3ª Companhia de Bombeiros Militar e destaca que a garantia de condições adequadas de trabalho e bem-estar do efetivo é prioridade institucional”. De acordo com a corporação, estão sendo realizados levantamentos técnicos para subsidiar as intervenções necessárias no imóvel tombado pelo seu valor histórico e cultural. “O CBMBA reafirma seu compromisso com a qualidade do serviço prestado, a segurança da população e, especialmente, com a dignidade e a segurança do seu efetivo no desempenho de suas atividades”, informou, por meio de nota. Já a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP) informou que a reforma da unidade está prevista no Programa de Modernização das Estruturas Policiais e de Bombeiros, sem detalhar o prazo. Ainda segundo a pasta, o projeto garantiu a inauguração de 240 novas unidades e reformas de aproximadamente 150 estruturas nos últimos três anos no estado. Militares dizem pagar do próprio bolso por internet do quartel A precariedade da unidade de Cachoeira ultrapassa os problemas estruturais e atinge as ferramentas básicas de trabalho. Para que o atendimento à população não seja paralisado, os próprios militares realizam um rateio mensal para custear a internet utilizada na companhia. Segundo relatos, não há investimento do quartel para a manutenção desse serviço essencial, tornando a operação dependente do bolso dos servidores. Um bombeiro, sob anonimato, explica que o gasto é indispensável para a rotina militar. “Aqui são os militares que rateiam a internet entre si. Não há custo do quartel para manutenção de internet, ou seja, quando é necessário lançar uma ocorrência no sistema ou se comunicar, é por meio da internet paga pelos militares”, denuncia. Fonte: Maysa Polcri / Reprodução/ Redes sociais
Capital Mais de 380 mil pessoas devem passar pela nova rodoviária rumo ao São João no interior da Bahia 1 dia ago0
Capital Governador anuncia concurso público para a Polícia Militar e Corpo de Bombeiros com mais de 3300 vagas 1 dia ago0
Capital Nova lei garante condições especiais de promoção para policiais e bombeiros militares da Bahia 1 dia ago0
**Curaçao conquista primeiro ponto em Copas e celebra empate histórico como uma vitória** 5 horas ago
São João da Bahia abre programação com forró, tradição e clima de Copa do Mundo no Pelourinho e bairros de Salvador 1 dia ago
Feira Julina do Tabuão promete movimentar o Pelourinho com forró, gastronomia e muita animação 6 dias ago
Banda Gira D’Elas fortalece a liderança feminina no Samba Junino com instrumento feito de material reciclável 11 de junho de 2026
“O Diabo Veste Prada 2” estreia nos cinemas e divide atenção com produções brasileiras 2 de maio de 2026