No caso envolvendo TSE e Meta, o Tribunal Superior Eleitoral formou maioria para impedir que a plataforma interfira no conteúdo eleitoral dos candidatos Lula e Flávio Bolsonaro. A decisão atende a uma ação da campanha de Lula, que acusou a plataforma de restringir o alcance de suas publicações.
Como começou o caso entre TSE e Meta
Dias antes, o tribunal havia determinado que a Meta esclarecesse as restrições aplicadas a conteúdos da campanha petista. A empresa alegou problemas técnicos para explicar o menor alcance das postagens do presidente nas redes.
A campanha de Lula, porém, sustentou que a inteligência artificial da plataforma favorecia o adversário, o que motivou o acionamento da Justiça Eleitoral.
O resultado vale para o segundo turno, marcado para 25 de outubro, e reforça a atenção do TSE sobre o papel das big techs na distribuição de conteúdo durante a campanha.


