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CompartilheCompartilhe 0 Portadora de insuficiência renal, Maria de Fátima Lopes precisou ficar presa a uma cadeira de diálise durante quatro horas, três dias da semana, ao longo de nove anos, enquanto aguardava um doador para fazer um transplante renal. Por conta da enfermidade, ela teve que deixar de lado várias atividades, inclusive a faculdade. Finalmente, em 2014, foi identificado um doador e ela pôde realizar o transplante no Hospital Ana Nery. Há um ano, entretanto, o órgão transplantado foi rejeitado e a paciente foi submetida a outro transplante. “Fui salva duas vezes”, pontua Maria de Fátima, acrescentando que hoje sabe o que é ser saudável e voltar a desenvolver normalmente suas atividades. Antônio Muccini ficou três meses e meio na fila esperando por um transplante de fígado. Ele conta que a cirurgia foi muito invasiva e que sentiu como se “enfrentasse um trator”, mas pondera que o resultado foi imediato e avalia que após o procedimento começou a “viver a vida”. As experiências de Maria de Fátima e Antônio, que tiveram a oportunidade de de ser salvos graças à solidariedade das famílias dos doadores, diferem da situação de 34 pessoas que foram a óbito na fila de espera pelo transplante, e das 3.555 que ainda estão na fila aguardando pelo transplante, conforme dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos – ABTO. Setembro Verde Esse mês, quando no Brasil é celebrado o Dia Nacional da Doação de Órgãos, 27 de setembro, a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), por meio do Sistema Estadual de Transplantes, está desenvolvendo uma série de atividades, com o objetivo de chamar atenção para a importância da doação de órgãos, que segundo o médico Eraldo Moura, coordenador do sistema, “significa salvar vidas”. Antecipando as atividades, nesta quinta-feira (26), acontece uma palestra sobre a importância do protocolo de Morte Encefálica e da Entrevista Familiar no Processo de Doação de Órgãos, no Hospital do Subúrbio, e também a Caravana da Vida, na Sesab, com um mini trio para alertar sobre a importância da doação. Na sexta-feira (27), quando se comemora o dia dos santos Cosme e Damião, padroeiro dos transplantes, a palestra será no Hospital Geral do Estado (HGE), com a equipe da unidade. No mesmo dia, o coordenador do Sistema Estadual de Transplante estará no Ministério da Saúde, em Brasília, para o encontro das Centrais de Transplante do Brasil, que precede o Fórum Nacional para Revisão do Regulamento Técnico do Sistema Nacional de Transplante. Já no domingo (29), a programação do Setembro Verde, mês de incentivo à doação de órgãos, será encerrada no Farol da Barra, com uma caminhada que terá a participação de profissionais de saúde, pacientes transplantados e doadores. Na Bahia, segundo o coordenador do Sistema Estadual de Transplantes, a recusa de familiares em doar órgãos de parentes é o principal obstáculo para aumentar o número de transplantes. “Precisamos trabalhar para garantir uma maior aceitação entre as famílias. Transplantes salvam vidas”, enfatiza Eraldo Moura. Como funciona a fila A lista de espera por um órgão funciona baseada em critérios técnicos, em que a tipagem sanguínea, compatibilidade de peso e altura, compatibilidade genética e critérios de gravidade distintos para cada órgão determinam a ordem de pacientes a serem transplantados. Quando os critérios técnicos são semelhantes, a ordem cronológica de cadastro, ou seja, a ordem de chegada, funciona como critério de desempate. Pacientes em estado crítico são atendidos com prioridade, em razão de sua condição clínica. Além disso, algumas situações de extrema gravidade com risco de morte e condições clínicas de um paciente aguardando transplante também são determinantes na organização da fila do transplante. São eventos determinantes de prioridade na fila de doação: a impossibilidade total de acesso para diálise (filtração do sangue), no caso de doentes renais; a insuficiência hepática aguda grave, para doentes do fígado; necessidade de assistência circulatória, para pacientes cardiopatas; e rejeição de órgãos recentes transplantados. Cabe destacar que a lista é única tanto para pacientes do SUS quanto da rede privada. Fonte: ASCOM
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