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CompartilheCompartilhe 0 Com o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro ainda em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF), seus apoiadores aproveitaram o feriado de 7 de Setembro para transformar atos cívicos em manifestações políticas, cobrando anistia ampla aos envolvidos nos ataques golpistas de 8 de Janeiro. Os protestos, que ocorreram em diversas capitais, foram marcados por discursos inflamados, críticas ao Judiciário e disputas veladas pela liderança do bolsonarismo. Em São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) abandonou o tom moderado que vinha adotando e fez duras críticas ao STF, com foco no ministro Alexandre de Moraes, relator das ações contra Bolsonaro. Em um ato na Avenida Paulista convocado pelo pastor Silas Malafaia, Tarcísio acusou Moraes de “tirania” e desqualificou a delação do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, chamando-a de “mentirosa”. Diante de 42,7 mil manifestantes, segundo levantamento do Monitor do Debate Político do Cebrap — 5 mil a mais que no último protesto da direita no local —, o governador afirmou: “A anistia tem que ser ampla”. O tom agressivo de Tarcísio, no entanto, não encontrou eco em todos os atos bolsonaristas. No Rio de Janeiro, onde o protesto foi liderado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho mais velho do ex-presidente, o governador paulista sequer foi citado. Em sua fala, Flávio cobrou ação do Congresso Nacional, defendendo que o perdão alcance todos os envolvidos. “Não existe meia anistia. Não dá para anistiar a Débora do Batom sem anistiar também o presidente Bolsonaro”, afirmou, em referência a uma das figuras simbólicas do 8 de Janeiro. As manifestações, embora convocadas para celebrar a independência do Brasil, também chamaram atenção por símbolos internacionais: na Paulista, uma grande bandeira dos Estados Unidos foi estendida pelos apoiadores, em um gesto que gerou críticas nas redes sociais. A imagem reforçou a percepção de que os atos serviram mais como vitrine política do que como comemoração cívica. Enquanto isso, em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do desfile oficial de 7 de Setembro ao lado do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), mas sem a presença de ministros do STF. Bonés com o slogan “Brasil Soberano” foram distribuídos ao público como resposta simbólica à pressão do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contrário ao julgamento de Bolsonaro. As declarações de Tarcísio repercutiram de forma negativa no STF. O ministro Gilmar Mendes, decano da Corte, classificou como “lamentável” o discurso do governador paulista. “Não há no Brasil ‘ditadura da toga’, tampouco ministros agindo como tiranos”, afirmou. “O que o Brasil realmente não aguenta mais são as sucessivas tentativas de golpe que, ao longo de sua história, ameaçaram a democracia e a liberdade do povo.” Nos bastidores do governo, o avanço do movimento pela anistia acendeu o alerta. A ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, convocou para esta segunda-feira (8) uma reunião com ministros de partidos de centro-direita e direita com o objetivo de discutir estratégias para barrar a ofensiva bolsonarista no Congresso. Para analistas, os recentes movimentos de Tarcísio refletem sua tentativa de se firmar como herdeiro natural do bolsonarismo, de olho na disputa presidencial de 2026. “Tarcísio sabe que só será um candidato viável caso se mostre fiel ao bolsonarismo”, avalia o cientista político Fabiano Lana. “Se em algum momento for colado na sua testa o rótulo de traidor, pode perder o apoio da chamada base dura do bolsonarismo. Quem gritou hoje ‘fora Moraes’ pode gritar ‘fora Tarcísio’ se for habilmente manipulado.” Enquanto isso, o país segue dividido, com a data que deveria celebrar união e soberania sendo utilizada para aprofundar polarizações e intensificar a disputa por uma liderança ainda em aberto dentro da direita brasileira.
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