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A possível filiação do senador Sergio Moro ao Partido Liberal (PL) para disputar o governo do Paraná abriu um racha interno na sigla no estado. Lideranças locais alinhadas ao governador Ratinho Júnior (PSD) reagiram negativamente ao movimento, sinalizando resistência à candidatura.

O presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Marcel Micheletto, criticou a decisão e afirmou que prefeitos não devem apoiar Moro. Segundo ele, a maioria dos gestores municipais permanecerá ao lado de Ratinho Júnior. Em publicação nas redes sociais, Micheletto informou ter se desfiliado do PL junto com 52 dos 53 prefeitos paranaenses da legenda, evidenciando o impacto político da movimentação.

Enquanto isso, em São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, buscaram aparar divergências de olho nas eleições de outubro. Apesar do gesto de aproximação, Tarcísio evitou assumir compromisso público sobre a definição do vice em sua eventual chapa.

Kassab, que deixou recentemente o cargo de secretário de Governo, afirmou que o encontro marcou o início de sua atuação no planejamento da pré-campanha. Em publicação nas redes sociais, destacou que o partido pretende estar “na linha de frente” do projeto de reeleição do governador paulista.

No cenário nacional, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou a criação da federação União Progressista, formada pelos partidos União Brasil e Progressistas (PP). Com isso, a Justiça Eleitoral passa a reconhecer cinco federações partidárias em funcionamento no país, ampliando as possibilidades de alianças para as próximas eleições.

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