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CompartilheCompartilhe 0 Preta Gil morre aos 50 anos e deixa legado de coragem, arte e representatividade A cantora, atriz, empresária e apresentadora Preta Gil morreu neste domingo (20), aos 50 anos, vítima de complicações causadas por um câncer no intestino. O diagnóstico de adenocarcinoma havia sido revelado pela própria artista em janeiro de 2023. Após passar por cirurgia e por sessões intensas de quimioterapia e radioterapia, ela chegou a comemorar a remissão da doença. No entanto, em agosto de 2024, Preta anunciou que o câncer havia retornado, espalhando-se para outras partes do corpo. Filha do cantor Gilberto Gil, Preta enfrentou sua doença com a mesma coragem e franqueza que marcaram sua trajetória pública. Nas redes sociais e entrevistas, ela incentivava o diagnóstico precoce e compartilhava, com honestidade, os altos e baixos do tratamento. Nas últimas semanas, tentava uma terapia experimental nos Estados Unidos. Artista multifacetada, Preta Gil também foi uma figura de resistência e representatividade. Mulher preta, bissexual e fora dos padrões estéticos tradicionais, ela usou sua visibilidade para combater preconceitos, promover a inclusão e desafiar normas impostas à mulher brasileira. “Eu nunca fui só cantora. Sempre fui ativista também”, disse em uma de suas últimas entrevistas. Sua estreia na música aconteceu em 2003, com o álbum Prêt-à-Porter, que gerou polêmica por sua capa, na qual aparecia nua — um gesto provocador e libertador, que se tornaria uma marca de sua personalidade. O disco misturava pop, MPB, samba e funk, abrindo caminho para mais três álbuns de estúdio ao longo da carreira. Ela também criou o Bloco da Preta, um dos mais populares do carnaval carioca e paulista, reunindo milhares de foliões todos os anos. Preta Gil teve passagens marcantes pela televisão e pelo cinema, atuando em novelas, séries e filmes, além de trabalhar nos bastidores da indústria como produtora e publicitária no início da carreira. Em 2023, em meio ao tratamento contra o câncer, enfrentou um divórcio conturbado com o produtor Rodrigo Godoy, após descobrir uma traição. Mesmo diante das adversidades, celebrou seu aniversário de 50 anos com uma festa para 700 convidados e lançou a autobiografia “Preta Gil: os primeiros 50”, pela editora Globo, em que compartilhou memórias, reflexões e cicatrizes. A notícia de sua morte comoveu fãs, amigos e artistas. A apresentadora Angélica escreveu: “Gratidão por ter tido você na minha vida”. O diretor Boninho afirmou que Preta “já é saudade nos nossos corações”. Xuxa também prestou homenagem: “Que sua força, alegria e amor por tudo que você fez nunca sejam esquecidos”. Preta Gil parte deixando uma obra vibrante, uma voz corajosa e um legado que ultrapassa a arte — ela se tornou símbolo de liberdade, inclusão e autenticidade para milhões de brasileiros.
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