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O empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, comunicou ao Supremo Tribunal Federal que realizou uma viagem a Portugal acompanhado do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, apelidado de “Careca do INSS”, apontado como peça central nas apurações sobre fraudes bilionárias no Instituto Nacional do Seguro Social.

Segundo a defesa de Lulinha, conduzida pelo advogado Marco Aurélio de Carvalho, a viagem, realizada em novembro de 2024, foi custeada pelo lobista e teve caráter pontual, sem qualquer relação com o esquema investigado. A defesa negou ainda que Lulinha seja a pessoa mencionada nas conversas de Antunes como “filho do rapaz”. A informação já foi comunicada ao relator do caso, o ministro André Mendonça.

O relatório técnico da Polícia Federal, que fundamentou as quebras de sigilo de Lulinha, levantou suspeitas de que a mudança do empresário para o exterior poderia ter como objetivo evitar investigações sobre desvios no INSS. A defesa negou essa alegação, afirmando que a mudança ocorreu antes da deflagração da Operação Sem Desconto.

Paralelamente, a jornalista Vera Rosa apontou que a crescente intenção de voto do senador Flávio Bolsonaro na disputa pela sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva motivou o PT a reformular sua estratégia, com ofensiva nas redes sociais para comparar a atuação de Lula frente às suspeitas envolvendo seu filho e a postura do ex-presidente Jair Bolsonaro diante das acusações contra Flávio.

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