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CompartilheCompartilhe 0 A investigação da Polícia Federal revelou novos detalhes sobre o plano que previa o assassinato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro do STF Alexandre de Moraes. Segundo relatório da PF, pelo menos três cópias do plano batizado de operação “Punhal Verde e Amarelo” foram impressas no Palácio do Planalto, antes de o general da reserva Mário Fernandes, autor do texto, se dirigir ao Palácio da Alvorada — residência oficial do então presidente Jair Bolsonaro. Durante depoimento ao Supremo Tribunal Federal nesta quinta-feira, Fernandes confirmou que usou a impressora de seu gabinete na Secretaria-Geral da Presidência para imprimir o plano, mas negou ter compartilhado os documentos. “Eu acredito que não seja o único funcionário público que faça isso eventualmente. Imprimi porque estava ali”, justificou o general, minimizando o ato. Ele reiterou que destruiu as cópias posteriormente e que o conteúdo era apenas uma “elaboração pessoal”, um exercício de “pensamentos digitalizados”. No entanto, os investigadores consideram incoerente a versão de Fernandes, especialmente diante da sequência de eventos: impressão no Planalto, deslocamento até o Alvorada e a mobilização identificada de militares das forças especiais — os chamados “Kids Pretos” — que estariam prontos para executar a ação. A PF investiga se houve repasse do plano ou reuniões no Alvorada que possam ter contado com a presença de Bolsonaro ou de assessores próximos. Apesar de alegar que agiu sozinho, Fernandes segue sendo investigado por envolvimento em tentativa de atentado contra os poderes da República e formação de organização criminosa. Os desdobramentos podem atingir outros membros do antigo governo, inclusive o ex-presidente Jair Bolsonaro, caso se comprove que ele teve ciência ou participação na conspiração. A gravidade do caso coloca mais uma vez as instituições brasileiras em alerta. O STF avalia se manterá o processo sob sigilo, e há expectativa de que o ministro Alexandre de Moraes determine novas diligências, incluindo a quebra de sigilos e a convocação de novos depoimentos. Em meio às revelações, cresce a pressão por respostas claras e punições severas. A revelação de que o plano golpista foi gestado dentro do Palácio do Planalto, com impressões documentadas e movimentações suspeitas, expõe o quão próximo o Brasil esteve de uma ruptura institucional.
A investigação da Polícia Federal revelou novos detalhes sobre o plano que previa o assassinato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro do STF Alexandre de Moraes. Segundo relatório da PF, pelo menos três cópias do plano batizado de operação “Punhal Verde e Amarelo” foram impressas no Palácio do Planalto, antes de o general da reserva Mário Fernandes, autor do texto, se dirigir ao Palácio da Alvorada — residência oficial do então presidente Jair Bolsonaro. Durante depoimento ao Supremo Tribunal Federal nesta quinta-feira, Fernandes confirmou que usou a impressora de seu gabinete na Secretaria-Geral da Presidência para imprimir o plano, mas negou ter compartilhado os documentos. “Eu acredito que não seja o único funcionário público que faça isso eventualmente. Imprimi porque estava ali”, justificou o general, minimizando o ato. Ele reiterou que destruiu as cópias posteriormente e que o conteúdo era apenas uma “elaboração pessoal”, um exercício de “pensamentos digitalizados”. No entanto, os investigadores consideram incoerente a versão de Fernandes, especialmente diante da sequência de eventos: impressão no Planalto, deslocamento até o Alvorada e a mobilização identificada de militares das forças especiais — os chamados “Kids Pretos” — que estariam prontos para executar a ação. A PF investiga se houve repasse do plano ou reuniões no Alvorada que possam ter contado com a presença de Bolsonaro ou de assessores próximos. Apesar de alegar que agiu sozinho, Fernandes segue sendo investigado por envolvimento em tentativa de atentado contra os poderes da República e formação de organização criminosa. Os desdobramentos podem atingir outros membros do antigo governo, inclusive o ex-presidente Jair Bolsonaro, caso se comprove que ele teve ciência ou participação na conspiração. A gravidade do caso coloca mais uma vez as instituições brasileiras em alerta. O STF avalia se manterá o processo sob sigilo, e há expectativa de que o ministro Alexandre de Moraes determine novas diligências, incluindo a quebra de sigilos e a convocação de novos depoimentos. Em meio às revelações, cresce a pressão por respostas claras e punições severas. A revelação de que o plano golpista foi gestado dentro do Palácio do Planalto, com impressões documentadas e movimentações suspeitas, expõe o quão próximo o Brasil esteve de uma ruptura institucional.
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