Paris inaugura exposição em homenagem a Sebastião Salgado com 200 fotografias 21 de fevereiro de 2026
Homenagem a Lula na Sapucaí vira alvo de ação do PL no TSE e gera tensão familiar 20 de fevereiro de 2026
Plataformas digitais do Governo da Bahia alcançam mais de 252 milhões de usuários no Carnaval 19 de fevereiro de 2026
Após destaque no Globo de Ouro, “O Agente Secreto” amplia reconhecimento em premiações internacionais 13 de janeiro de 2026
Wagner Moura faz história e conquista Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama 12 de janeiro de 2026
CompartilheCompartilhe 0 Agência Brasil Os confrontos armados rotineiros em favelas cariocas causam centenas de mortes violentas anualmente. Mas ter que conviver com os tiroteios pode também piorar a saúde mental e física dos moradores dessas áreas, contribuindo para o desenvolvimento de quadros de hipertensão arterial, ansiedade, insônia, falta de ar e depressão. A constatação é de pesquisa divulgada nesta quarta-feira (9) pelo Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec), que compara a situação de saúde de moradores de favelas expostas a um número maior de tiroteios envolvendo agentes do Estado com a de pessoas que vivem em comunidades mais tranquilas (com número menor de confrontos armados). A pesquisa mostra, por exemplo, que os riscos de moradores de favelas mais expostas a tiroteios desenvolverem depressão e ansiedade são mais do que o dobro daqueles de outras comunidades. A prevalência também é maior nos casos de insônia (73%) e hipertensão arterial (42%). Um terço dos moradores dessas comunidades também relatou sudorese, falta de sono, tremor e falta de ar durante os tiroteios. “A política de segurança não promove segurança de verdade e promove, por outro lado, medo, adoecimento e, muitas vezes, morte”, afirma a socióloga Rachel Machado, coordenadora da pesquisa. O estudo também apresenta os efeitos dos tiroteios nas unidades de saúde. Nas comunidades com maior número de confrontos armados, 59,5% dos moradores afirmaram que as unidades já tinham sido fechadas por causa da violência, enquanto nas demais comunidades, o índice é de 12,9%. Nas comunidades mais expostas à violência, 26,5% dos moradores já adiaram a busca por atenção médica devido a confrontos, enquanto nas áreas mais tranquilas esse índice é de apenas 5,9%. “Existe uma escolha política [do Estado] por sistematicamente fazer operações violentas, que causam esse impacto na saúde dos moradores, que transformam a rotina deles e não dão paz nem dentro de casa. Também os impedem de acessar um direito tão fundamental, que é o direito à saúde, garantido pela Constituição. Existe uma unidade de saúde próxima à sua residência, para você ser atendido e você não pode [por causa dos tiroteios]”, explica Rachel. A pesquisa ouviu 1.500 moradores de seis comunidades cariocas, sendo três com maior número de tiroteios em 2019 (Nova Holanda, na Maré; CHP-2, em Manguinhos; e Vidigal, na zona sul) e três que não registraram confrontos armados naquele ano (Parque Proletário dos Bancários, na Ilha; Parque Conquista, no Caju; e Jardim Moricaba, na zona oeste). Em nota, a Polícia Militar (PM) informou que a “opção inconsequente pelo confronto armado é sempre dos criminosos” e que suas ações “são pautadas por informações de inteligência e planejamento prévio, tendo como preocupação central a preservação de vidas e o cumprimento irrestrito da legislação em vigor”. A PM destacou que investe em equipamentos para que suas ações “sejam cada vez mais técnicas e seguras” e que, no primeiro semestre deste ano, houve queda de 12,3% no número de mortes por intervenção de agentes do Estado, em relação ao mesmo período do ano passado. Também em nota, a Polícia Civil disse que usa informações de inteligência e faz planejamentos detalhados em todas suas operações. Além disso, as ações priorizam a preservação da vida dos agentes e dos cidadãos. “A Polícia Civil acrescenta que a atuação em comunidades é parte das ações de combate à criminalidade e se trata de trabalho fundamental, uma vez que as organizações criminosas utilizam os recursos advindos com as práticas delituosas para financiar seus domínios territoriais, com a restrição de liberdade dos moradores das regiões ocupadas por elas”. (Foto: Agência Brasil)
Brasil Documentos do Departamento de Justiça dos EUA apontam CPF brasileiro ligado a Jeffrey Epstein 13 de fevereiro de 20260
Brasil Desastres climáticos causaram prejuízos de US$ 5,4 bilhões no Brasil em 2025, aponta relatório 6 de fevereiro de 20260
Brasil Estudo aponta que tribunais brasileiros ainda não aplicam decisão do STF sobre homofobia 31 de janeiro de 20260
Brasil Brasil registra recorde de feminicídios em 2025 e chega a quatro mortes de mulheres por dia 21 de janeiro de 20260
Nacionais Pioneira, Bahia vai implantar linha de cuidado à saúde integral das pessoas com albinismo 20 de julho de 20240
Brasil 19 de maio: data nacional e mundial conscientiza sobre a doação de leite materno 19 de maio de 20240
Bahia participa de agenda no Ministério da Saúde em meio à ampliação de investimentos no estado 16 horas ago
Neste sábado (28), governador Jerônimo Rodrigues cumpre maratona de entregas e anúncios no Sudoeste baiano 16 horas ago
Paris inaugura exposição em homenagem a Sebastião Salgado com 200 fotografias 21 de fevereiro de 2026
Homenagem a Lula na Sapucaí vira alvo de ação do PL no TSE e gera tensão familiar 20 de fevereiro de 2026
Plataformas digitais do Governo da Bahia alcançam mais de 252 milhões de usuários no Carnaval 19 de fevereiro de 2026
Após destaque no Globo de Ouro, “O Agente Secreto” amplia reconhecimento em premiações internacionais 13 de janeiro de 2026
Wagner Moura faz história e conquista Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama 12 de janeiro de 2026