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CompartilheCompartilhe 0 Quinze pessoas morreram e pelo menos 40 ficaram feridas em um ataque a tiros ocorrido neste domingo durante uma celebração do Hanukkah, festividade religiosa judaica, na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália. A ação foi cometida por dois homens armados, identificados pela imprensa australiana como Sajid Akram, de 50 anos, e seu filho, Naveed Akram, de 24. Sajid foi morto no local, enquanto Naveed permanece internado em estado estável. Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que Ahmed al Ahmed, filho de refugiados sírios, enfrenta um dos atiradores, consegue desarmá-lo e ajuda a evitar que o número de vítimas fosse ainda maior. A Polícia australiana investiga se houve a participação de outros envolvidos no ataque, que foi classificado pelo primeiro-ministro Anthony Albanese como um “ato de pura maldade” e um crime de ódio motivado por antissemitismo. Diante do atentado, líderes de todos os partidos políticos australianos manifestaram solidariedade às vítimas e se comprometeram a discutir o endurecimento das já rigorosas leis de controle de armas do país. O episódio reacendeu o debate sobre extremismo e crimes de ódio em um país historicamente marcado por rígidas políticas de segurança armamentista. No plano internacional, o ataque gerou forte repercussão diplomática. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, criticou duramente Albanese, afirmando que “seu apelo por um Estado palestino alimenta o fogo antissemita”. Contrário à solução de dois Estados, Netanyahu tem associado repetidamente as críticas à ofensiva militar israelense na Faixa de Gaza e as manifestações pró-Palestina ao aumento de incidentes antissemitas em diferentes partes do mundo. O governo brasileiro também se manifestou. Em nota oficial, o Itamaraty expressou solidariedade às famílias das vítimas e condenou o atentado. “O Brasil reafirma seu enérgico repúdio a todo ato de terrorismo e a quaisquer manifestações de antissemitismo, ódio e intolerância religiosa”, diz o comunicado divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores.
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