Luzes e tradição: Centro Histórico de Salvador entra no clima do São João com decoração especial 3 dias ago
“O Diabo Veste Prada 2” estreia nos cinemas e divide atenção com produções brasileiras 2 de maio de 2026
CompartilheCompartilhe 0 O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados agendou para a próxima quarta-feira (28) a análise do parecer sobre a ação que pede a cassação do mandato do deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ). O congresso está preso desde março e é investigado por supostamente ter ordenado o assassinato da vereadora Marielle Franco, morta em 2018, junto com seu motorista, Anderson Gomes. O pedido de cassação foi protocolado pelo PSOL, partido ao qual Marielle era filiada, e alega quebra de decoro parlamentar por parte de Brazão. A reunião do Conselho, marcada para às 9h, será conduzida pela deputada Jack Rocha (PT-ES), responsável pela relatoria do caso. O parecer já foi protocolado, mas permanece em sigilo até a reunião. A reunião inicialmente estava prevista para terça-feira (27), mas foi reagendada a pedido da defesa do deputado, conforme informado pelo presidente do Conselho de Ética, Leur Lomanto Júnior (União-BA). Além de Chiquinho Brazão, Domingos Brazão, seu irmão e conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e Rivaldo Barbosa, delegado da Polícia Civil do Rio, também estão sendo investigados. Após a leitura do relatório, o parecer será submetido à votação pelo Conselho de Ética. Existe a possibilidade de os parlamentares solicitarem vista, o que poderia adiar a deliberação. Caso o parecer seja favorável à suspensão ou perda do mandato de Brazão, a decisão final será votada pelo plenário da Câmara dos Deputados. Para que a cassação ocorra, são necessários pelo menos 257 votos favoráveis em plenário. O processo foi instaurado em maio e a relatoria foi sorteada mais de uma vez, pois os primeiros sorteados rejeitaram a função. Em julho, Chiquinho Brazão prestou depoimento ao Conselho de Ética por videoconferência, afirmando ter tido uma relação “maravilhosa” com Marielle Franco e se declarando “vítima” de Ronnie Lessa, o assassino confesso da vereadora, negando qualquer contato com ele. Domingos Brazão também foi ouvido como testemunha de defesa e negou envolvimento com milicianos e conhecimento de Rivaldo Barbosa. A análise do parecer pelo Conselho de Ética é um passo crucial para definir o futuro político de Chiquinho Brazão e avançar na apuração de seu suposto envolvimento no caso Marielle Franco.
Luzes e tradição: Centro Histórico de Salvador entra no clima do São João com decoração especial 3 dias ago
“O Diabo Veste Prada 2” estreia nos cinemas e divide atenção com produções brasileiras 2 de maio de 2026