Feira Julina do Tabuão promete movimentar o Pelourinho com forró, gastronomia e muita animação 1 dia ago
Banda Gira D’Elas fortalece a liderança feminina no Samba Junino com instrumento feito de material reciclável 5 dias ago
“O Diabo Veste Prada 2” estreia nos cinemas e divide atenção com produções brasileiras 2 de maio de 2026
CompartilheCompartilhe 0 O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, chega aos últimos dias no comando da pasta deixando marcas em diferentes áreas, mas também projetos incompletos, que foram prometidos até antes da posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e acabaram não se desenrolando como previsto. Dino não conseguiu, por exemplo, entregar a conclusão do caso Marielle e Anderson, a consolidação de um projeto de câmeras corporais nas polícias e a desintrusão da terra indígena Yanomami, com a retirada definitiva do garimpo ilegal. Já por outro lado, o futuro ministro do Supremo Tribunal de Justiça (STF) deixa um Sistema Único de Segurança Pública (Susp) mais consolidado, com acordos importantes para irrigar os estados e o DF com investimentos, além de avanços inéditos na segurança nas redes sociais e um maior controle das armas de fogo no país. Câmeras corporais: passo tímido O ministro Flávio Dino e integrantes da pasta prometeram diferentes formas de financiamento para câmeras nas fardas das polícias: o uso das câmeras como condição para receber verba do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e uma espécie de prêmio para o estado que aderisse a elas. Nenhuma das duas aconteceu. De fato, houve discussões no Ministério da Justiça sobre o tema com representantes das polícias estaduais e recomendações para o uso, análise de empresas fornecedoras, encomenda de um estudo para uso na Polícia Rodoviária Federal (PRF), que ficará pronto em abril de 2023. “O passo que o Dino deu é tímido: divulgou protocolos de uso de câmeras. É um pequeno movimento”, avalia o professor da UnB e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), Arthur Trindade. Trindade explica que a questão das câmeras corporais passa por uma questão política, de decidir qual briga o governo federal vai comprar com os governadores. Além disso, ele entende que a criação de um programa com uso do FNSP para pagar as câmeras é uma maneira mais viável do que condicionar repasses financeiros ao uso do equipamento. O governo federal tem o poder de induzir as políticas de segurança nos estados, mas não manda nos governadores e secretários de segurança pública.
Capital Policlínica de Escada ultrapassa 800 mil atendimentos e consolida papel estratégico na assistência especializada 5 horas ago0
Capital “Marco histórico para o estado”, diz Jerônimo Rodrigues ao autorizar início das obras em terra da Ponte Salvador–Itaparica 16 horas ago0
Capital *Líder do governo diz que ACM Neto quer humilhar a inteligência do eleitor com pesquisa* 1 dia ago0
Interior Pacote de R$ 136 milhões amplia infraestrutura e apoia produção em municípios do Norte baiano 1 dia ago0
Capital “Vão queimar a língua”, rebate Wagner sobre andamento da Ponte Salvador-Itaparica” 5 dias ago0
Policlínica de Escada ultrapassa 800 mil atendimentos e consolida papel estratégico na assistência especializada 5 horas ago
**Vozinha: o herói improvável que parou a Espanha e conquistou milhões nas redes sociais** 15 horas ago
“Marco histórico para o estado”, diz Jerônimo Rodrigues ao autorizar início das obras em terra da Ponte Salvador–Itaparica 16 horas ago
Feira Julina do Tabuão promete movimentar o Pelourinho com forró, gastronomia e muita animação 1 dia ago
Banda Gira D’Elas fortalece a liderança feminina no Samba Junino com instrumento feito de material reciclável 5 dias ago
“O Diabo Veste Prada 2” estreia nos cinemas e divide atenção com produções brasileiras 2 de maio de 2026