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CompartilheCompartilhe 0 Corinthians tenta acordo, mas Palmeiras nega retirar queixa. Em campo, Palmeiras e Corinthians ficaram no empate Crédito: Divulgação/SEP A confusão registrada após o empate entre Corinthians e Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro passou a ser alvo de investigação da Polícia Civil. A diretoria corintiana chegou a sugerir que o episódio não tivesse desdobramentos na esfera policial, mas a proposta foi recusada pelo clube alviverde. O tumulto aconteceu no túnel de acesso aos vestiários, logo após a saída das equipes do gramado. Houve troca de empurrões entre integrantes dos dois lados, e cada clube apresentou sua versão sobre o ocorrido. O Palmeiras afirmou que o atacante Luighi foi agredido por um funcionário do Corinthians. Já o time alvinegro declarou que os jogadores Gabriel Paulista e Breno Bidon sofreram agressões de seguranças do rival. Inicialmente, os dois clubes informaram que pretendiam registrar ocorrência no Juizado Especial Criminal (Jecrim). Posteriormente, o Corinthians tentou evitar que o caso tivesse continuidade junto à Polícia Civil, mas não houve consenso entre as partes. Com isso, cada lado deve formalizar seu próprio boletim de ocorrência. Segundo o Palmeiras, um funcionário corintiano teria sido responsável pelas agressões contra Luighi. O Corinthians, por sua vez, sustenta que seguranças palmeirenses atacaram seus atletas. Após o episódio, o delegado César Saad, da Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade), esteve nos vestiários das duas equipes. A Polícia Civil deve analisar imagens do local para identificar os envolvidos na confusão. Na zona mista, Luighi não falou com a imprensa e deixou o estádio sem ferimentos aparentes. Andreas Pereira e Ramón Sosa também passaram pelo local, mas evitaram comentar o assunto. Pelo lado corintiano, o goleiro Hugo Souza afirmou que, segundo relatos recebidos, as agressões envolvendo seguranças do Palmeiras teriam ocorrido antes da reação dos integrantes do clube paulista. “Na verdade, eu estava na minha entrevista (pós-jogo). Eu não vi, mas, pelo que me passaram, foi cabeça quente, empurra-empurra. Coisa que não é normal, mas acontece bastante. Falaram que houve agressão de funcionário nosso, mas também os seguranças deles vieram para cima dos nossos jogadores, primeiro até”, declarou. Dentro de campo, o clássico já havia sido marcado por clima tenso e poucas oportunidades claras de gol. O Corinthians terminou a partida com dois jogadores expulsos: André, após se envolver em confusão, e Matheuzinho, por falta cometida em adversário. Fonte: Carol Neves
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