Coro e Orquestra Barroco na Bahia apresenta concerto dedicado à obra de Mozart na Catedral Basílica do Santíssimo Salvador 16 horas ago
Liderança e direitos das mulheres negras são tema de encontro promovido pelo Estado da Bahia 1 dia ago
Nova temporada de HARD KNOCKS: CAMPO DE TREINAMENTO estreia em agosto no Space e na HBO Max com foco no Seattle Seahawks 3 dias ago
Tem alguém assistindo? A nova e caótica temporada de RICK AND MORTY já está disponível na HBO Max 22 de julho de 2026
‘The Fox Sisters’, novo filme de Wagner de Assis, revela pôster oficial e anuncia estreia nos cinemas em 24 de setembro 11 de julho de 2026
CompartilheCompartilhe 0 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu uma investigação independente sobre a megaoperação policial no Rio de Janeiro que deixou 121 mortos. Em entrevista concedida em Belém (PA), onde cumpre agenda da COP30, Lula afirmou que é necessário esclarecer as circunstâncias das mortes, com a participação de legistas da Polícia Federal, para garantir transparência no processo. “É importante verificar em que condições ela [a operação] se deu, porque até agora nós temos uma versão contada pela polícia, contada pelo governo do estado, e tem gente que quer saber se tudo aconteceu do jeito que eles falam ou se teve alguma coisa mais delicada na operação”, disse o presidente. O chefe do Executivo se referiu à ação como uma “matança”, criticando o número elevado de mortes. “Do ponto de vista da quantidade de mortes, as pessoas podem considerar um sucesso, mas, do ponto de vista da ação do Estado, eu acho que ela foi desastrosa”, afirmou Lula — em sua primeira crítica direta ao episódio. Na semana anterior, o presidente havia defendido o combate ao crime organizado sem questionar a conduta das forças de segurança estaduais. Reações da oposição As declarações provocaram reação imediata da oposição. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, criticou o presidente por não citar os policiais mortos na operação. Já o senador Ciro Nogueira (PP) retomou uma fala anterior de Lula — na qual o petista afirmou que traficantes seriam “vítimas dos usuários” — e o atacou nas redes sociais. “Lula prova de novo que acha que os traficantes são vítimas. Presidente, houve matança sim: os bandidos mataram quatro policiais e atiraram em vários outros”, escreveu o senador. Poucas horas após a repercussão, a conta oficial de Lula no X (antigo Twitter) reafirmou o compromisso do governo federal em “quebrar a espinha dorsal do tráfico e do crime organizado”, com foco nas “cabeças do crime”. A publicação manteve o tom do Planalto, destacando o investimento em inteligência e integração das forças de segurança, alinhado a propostas já enviadas ao Congresso Nacional, como a PEC da Segurança e o projeto de Lei Antifacção. CPI do Crime Organizado No Senado, o governo obteve uma vitória política no mesmo dia. Por seis votos a cinco, o senador Fabiano Contarato (PT-ES) foi eleito presidente da CPI do Crime Organizado, derrotando o candidato da oposição, Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que ficou com a vice-presidência após acordo. O relator será o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), autor do requerimento que criou a comissão. A CPI, com duração inicial de 120 dias, prorrogáveis por mais 60, vai investigar a estrutura e a expansão de milícias e facções criminosas, como o Comando Vermelho e o PCC. O plano de trabalho já aprovado prevê convites a ministros e 11 governadores, entre eles Tarcísio de Freitas (SP) e Cláudio Castro (RJ). Vieira pretende dividir a apuração em nove eixos temáticos, priorizando o depoimento de autoridades com “conhecimento profundo” sobre o avanço do crime organizado. Disputa na Câmara Enquanto isso, na Câmara dos Deputados, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Paulo Azi (União-BA), adiou a votação do projeto que equipara facções criminosas a grupos terroristas, inicialmente prevista para a terça-feira (4). O recuo ocorreu após pressão do governo, que tenta viabilizar a votação de seu próprio texto — o projeto de lei “antifacção”, enviado na semana passada. A proposta em análise, de autoria do deputado Danilo Forte (União-CE) e relatada por Nikolas Ferreira (PL-MG), é uma das principais bandeiras do bolsonarismo no Congresso. A ministra Gleisi Hoffmann (PT) atuou pessoalmente nas articulações para evitar um revés político ao governo. Com o debate sobre segurança pública dominando o cenário político nacional, o governo busca equilibrar o discurso de combate firme ao crime organizado com a defesa dos direitos humanos e da legalidade institucional — em um tema que promete continuar no centro das disputas entre Planalto e oposição.
Cláudio Castro enfrenta risco de cassação no TSE, enquanto MBL conquista registro de partido próprio, o Missão
Capital Aladilce diz que aprovação de Jerônimo desmonta discurso de “terra arrasada” de ACM Neto 7 horas ago0
Política Quaest na Bahia: Lula lidera com folga e Rui Costa desponta na disputa pelo Senado 10 horas ago0
Política Genial/Quaest: ACM Neto e Jerônimo vivem empate técnico na corrida ao Governo da Bahia 10 horas ago0
Brasil CBF paga quase três vezes mais a Ancelotti do que a França pagará a Zidane — mas o problema vai muito além do salário 12 horas ago0
Brasil Tem alguém assistindo? A nova e caótica temporada de RICK AND MORTY já está disponível na HBO Max 22 de julho de 20260
Coro e Orquestra Barroco na Bahia apresenta concerto dedicado à obra de Mozart na Catedral Basílica do Santíssimo Salvador 16 horas ago
Liderança e direitos das mulheres negras são tema de encontro promovido pelo Estado da Bahia 1 dia ago
Nova temporada de HARD KNOCKS: CAMPO DE TREINAMENTO estreia em agosto no Space e na HBO Max com foco no Seattle Seahawks 3 dias ago
Tem alguém assistindo? A nova e caótica temporada de RICK AND MORTY já está disponível na HBO Max 22 de julho de 2026
‘The Fox Sisters’, novo filme de Wagner de Assis, revela pôster oficial e anuncia estreia nos cinemas em 24 de setembro 11 de julho de 2026