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CompartilheCompartilhe 0 O Jacobina Esporte Clube repudiou, neste domingo (26), um ato de racismo ocorrido durante a partida contra o Estrela de Março, válida pelo Campeonato Baiano Sub-17, disputada no sábado (25). Segundo nota divulgada pela agremiação, um atleta do time adversário teria chamado um jogador do Jacobina de “macaco” durante o jogo. Após o relato do episódio, o árbitro interrompeu a partida, aplicando o protocolo de combate ao racismo estabelecido pela Federação Bahiana de Futebol (FBF). O Jacobina informou que o caso foi comunicado às autoridades competentes e que tomará todas as medidas legais cabíveis para que o responsável seja identificado e punido. “O Jacobina reafirma seu compromisso com o respeito, a igualdade e a luta contra qualquer forma de discriminação. O racismo não será tolerado, dentro ou fora de campo”, afirmou o clube em comunicado divulgado nas redes sociais. A FBF informou ao Correio que aguarda o relatório da equipe de arbitragem e demais documentos internos antes de emitir um posicionamento oficial sobre o caso. O episódio reforça a necessidade de ações contínuas de combate ao racismo no esporte baiano, especialmente nas categorias de base, onde os valores de respeito e convivência devem ser priorizados. Após o relato do episódio, o árbitro interrompeu a partida, aplicando o protocolo de combate ao racismo estabelecido pela Federação Bahiana de Futebol (FBF). O Jacobina informou que o caso foi comunicado às autoridades competentes e que tomará todas as medidas legais cabíveis para que o responsável seja identificado e punido. “O Jacobina reafirma seu compromisso com o respeito, a igualdade e a luta contra qualquer forma de discriminação. O racismo não será tolerado, dentro ou fora de campo”, afirmou o clube em comunicado divulgado nas redes sociais. A FBF informou ao Correio que aguarda o relatório da equipe de arbitragem e demais documentos internos antes de emitir um posicionamento oficial sobre o caso. O episódio reforça a necessidade de ações contínuas de combate ao racismo no esporte baiano, especialmente nas categorias de base, onde os valores de respeito e convivência devem ser priorizados.
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