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CompartilheCompartilhe 0 A recente escalada de tensões comerciais entre o governo brasileiro e os Estados Unidos, após a imposição de tarifas por parte do presidente americano Donald Trump, trouxe reflexos positivos na avaliação do governo Luiz Inácio Lula da Silva, segundo a nova pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (17). De acordo com o levantamento, a aprovação do governo Lula subiu de 40% para 43%, enquanto a reprovação caiu de 57% para 53%, ultrapassando a margem de erro de dois pontos percentuais e interrompendo a tendência de queda registrada desde dezembro de 2024. A melhora mais significativa ocorreu na Região Sudeste, onde a aprovação saltou de 40% para 48% e a reprovação caiu de 64% para 56%. Também houve destaque entre os entrevistados com ensino superior, faixa em que a aprovação avançou de 33% para 45%, ao passo que a reprovação recuou de 64% para 53%. Conflito com Trump teve papel decisivo Segundo o CEO da Quaest, o cientista político Felipe Nunes, o movimento de recuperação foi diretamente influenciado pela postura do Planalto diante do conflito internacional. “A recuperação do governo aconteceu na classe média, com maior escolaridade, no Sudeste. São os segmentos mais informados da população e consideram que Lula está agindo de forma correta até aqui”, afirmou Nunes. A pesquisa revelou que 66% dos entrevistados disseram estar informados sobre a carta de Trump ao Brasil — na qual o republicano critica o processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e a regulação das redes sociais —, e 72% avaliaram que Trump está errado ao iniciar uma guerra comercial com o país. Ainda mais expressiva, 84% das pessoas ouvidas defendem que governo e oposição devem se unir para reagir ao tarifaço imposto pelos EUA. União nacional e respaldo popular O resultado da pesquisa mostra que, apesar das dificuldades políticas internas e do cenário econômico ainda instável, o episódio com Trump gerou um efeito de coesão momentânea em torno do governo brasileiro, especialmente entre os setores mais críticos da sociedade. O gesto diplomático do Planalto, com o envio de uma carta oficial a Trump assinada por Geraldo Alckmin e Mauro Vieira, reforçando a separação entre os poderes e contestando a justificativa econômica das tarifas, foi percebido por boa parte da população como uma resposta firme, mas responsável. Contexto eleitoral Embora a melhora não represente uma virada estrutural, analistas avaliam que o episódio pode reposicionar Lula junto à classe média urbana, faixa em que ele vinha sofrendo rejeição crescente. Caso o governo consiga manter o controle do conflito comercial e proteger setores estratégicos da economia, a recuperação poderá se consolidar nos próximos levantamentos. Próximos passos O governo segue articulando com setores produtivos e diplomáticos para postergar ou reverter as tarifas anunciadas pelos EUA, buscando manter os canais de exportação abertos sem adotar medidas de retaliação imediata. A estratégia, até o momento, parece ter surtido efeito político: ao transformar uma crise internacional em capital simbólico interno, Lula mostra que a política externa ainda pode ser uma poderosa aliada na reconstrução de sua base de apoio. Resumo da pesquisa Genial/Quaest (julho de 2025): Aprovação do governo Lula: subiu de 40% para 43% Reprovação: caiu de 57% para 53% Sudeste: aprovação foi de 40% para 48% Com ensino superior: aprovação subiu de 33% para 45% Informados sobre a carta de Trump: 66% Avaliam que Trump está errado: 72% Defendem união de governo e oposição contra tarifas: 84%
Resumo da pesquisa Genial/Quaest (julho de 2025): Aprovação do governo Lula: subiu de 40% para 43% Reprovação: caiu de 57% para 53% Sudeste: aprovação foi de 40% para 48% Com ensino superior: aprovação subiu de 33% para 45% Informados sobre a carta de Trump: 66% Avaliam que Trump está errado: 72% Defendem união de governo e oposição contra tarifas: 84%
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