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CompartilheCompartilhe 0 Mesmo com o impacto político causado pela prisão de Jair Bolsonaro, o início da semana foi marcado por fortes turbulências para o governo no Congresso Nacional. No Senado, a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga aberta no STF, encontrou resistência e esfriou o clima político. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), respondeu com visível distanciamento à carta enviada por Messias, na qual o AGU elogiava o senador e agradecia pela condução do processo. Alcolumbre afirmou apenas que o Senado “cumprirá sua missão” e votará a indicação “no momento oportuno”. A declaração foi interpretada como um sinal de que a sabatina deve demorar — e não virá tão cedo. Mais tarde, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), confirmou o pessimismo: reconheceu que o ambiente está tenso e que a votação pode ficar para 2025, empurrando para o próximo ano uma das principais batalhas do governo na área jurídica. Crise também na Câmara Na Câmara dos Deputados, o clima também azedou. A relação entre o líder do PT, Lindbergh Farias, e o presidente da Casa, Hugo Motta, se deteriorou rapidamente. Motta afirmou publicamente que não deseja manter “nenhum tipo de relação” com Lindbergh, alegando que o petista age como se fosse líder do governo e ultrapassa sua função partidária. Lindbergh reagiu com dureza, chamando Motta de “imaturo” e ampliando o desgaste entre o governo e o comando da Casa. A troca de acusações cria obstáculos adicionais para a articulação política do Planalto justamente num momento em que o governo tenta conter danos e reorganizar a base aliada. Panorama crítico A soma das tensões no Senado e na Câmara reforça o diagnóstico de que, apesar do foco da opinião pública estar sobre a crise envolvendo Bolsonaro, o governo enfrenta um cenário adverso no Legislativo — com risco de atrasos importantes na agenda institucional e perda de tração política justamente no fim do ano legislativo.
STF mantém prisão de Bolsonaro, oposição radicaliza no Congresso e crise expõe novo retrato do bolsonarismo
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