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CompartilheCompartilhe 0 Com o impacto da propaganda eleitoral, Ricardo Nunes (MDB) reassumiu a liderança nas intenções de voto para a prefeitura de São Paulo, de acordo com a mais recente pesquisa Datafolha. Nunes aparece com 27%, liderando de forma técnica Guilherme Boulos (PSOL), que tem 25%. Pablo Marçal (PRTB) está em terceiro lugar, com 19%. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, o que indica um cenário bastante competitivo. A pesquisa revela que os apoios políticos estão influenciando significativamente as intenções de voto. Entre os eleitores que disseram ter votado em Lula, 48% agora declaram voto em Boulos, um aumento em relação aos 44% registrados na pesquisa anterior. Nunes, por sua vez, recebeu 19% desses eleitores, uma queda em relação aos 23% da sondagem anterior. Entre os eleitores de Bolsonaro, a preferência se deslocou de Marçal para Nunes. Marçal, que anteriormente tinha 48% do voto dos bolsonaristas, caiu para 42%, enquanto Nunes viu seu apoio crescer para 39%, comparado aos 31% da pesquisa anterior. Além disso, o cenário eleitoral feminino está se tornando cada vez mais decisivo, com analistas como Mariliz Pereira Jorge apontando que líderes como Trump, Bolsonaro e Marçal, que tratam as eleitoras como coadjuvantes, podem enfrentar consequências eleitorais negativas. No âmbito nacional, a administração do presidente Lula apresenta uma oscilação negativa na aprovação, conforme pesquisa Ipec. O percentual de pessoas que aprovam a gestão caiu de 37% em julho para 35% em agosto. O número de pessoas que consideram a administração ruim ou péssima aumentou de 31% para 34%, e a avaliação regular caiu de 31% para 28%. Apesar das oscilações estarem dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, a diferença entre os grupos que consideram o governo ótimo ou bom e os que o veem como ruim ou péssimo caiu de 11 pontos percentuais em março de 2023 para apenas um ponto agora. Essas mudanças refletem uma dinâmica política em evolução, tanto nas disputas eleitorais locais quanto na avaliação da administração federal.
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