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CompartilheCompartilhe 0 O policial militar Diego Kollucha Santos Vasconcelos foi absolvido pela Justiça após ser acusado de assassinar a gerente de supermercado Juliana de Jesus Ribeiro, morta a tiros em 2023, na cidade de Saubara, no Recôncavo Baiano. O julgamento aconteceu na quinta-feira (4), no Tribunal do Júri de Santo Amaro. Os jurados concluíram que as provas apresentadas não apontavam Kollucha como autor dos disparos que tiraram a vida da vítima. Além disso, o júri não identificou elementos suficientes para confirmar que o policial teria utilizado um carro com placas adulteradas no dia do crime — um dos principais argumentos sustentados pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). A denúncia, feita pelo MP-BA em 2024, incluía informações de geolocalização, indícios de adulteração veicular e roupas e acessórios encontrados na casa do policial supostamente semelhantes aos usados pelo atirador. Apesar disso, a tese da acusação não prevaleceu. Com a decisão, o juiz Abraão Barreto Cordeiro determinou a absolvição do policial e sua imediata soltura. Kollucha estava preso desde 2024. Relembre o caso Juliana de Jesus Ribeiro, gerente de um mercado em Saubara, foi executada a tiros em maio de 2023, enquanto fechava o estabelecimento. A ação foi registrada por câmeras de segurança. Segundo o MP, Juliana foi morta sem chance de defesa, atingida diversas vezes à queima-roupa na cabeça, rosto, tórax, abdômen e braços. A acusação afirmou que Kollucha teria monitorado a rotina da vítima por 13 dias, repetindo trajetos e ações semelhantes às que antecederam o crime. No dia do homicídio, o policial e um comparsa não identificado teriam rendido Juliana usando técnicas de abordagem policial, obrigando-a a colocar as mãos na cabeça e virar de costas antes dos disparos. Outra alegação do MP era de que Kollucha adulterou as placas do veículo usado no crime, tentando dificultar as investigações. Em março de 2024, após ser denunciado, o policial fugiu do Batalhão da PM, em Lauro de Freitas. Dois dias depois, foi recapturado em Feira de Santana, onde teria contado com auxílio de comparsas. A motivação do assassinato ainda permanece desconhecida.
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