Shopping em Lauro de Freitas recebe evento nacional de MMA com disputa de cinturão e entrada gratuita 1 dia ago
México diz que vira-lata caramelo é ‘patrimônio nacional’ deles e revolta brasileiros: ‘Nem Portugal nos roubou tanto’ 4 dias ago
Governo da Bahia avança nas obras da Ponte Salvador–Itaparica com chegada de equipamentos ao estado 6 dias ago
México diz que vira-lata caramelo é ‘patrimônio nacional’ deles e revolta brasileiros: ‘Nem Portugal nos roubou tanto’ 4 dias ago
CompartilheCompartilhe 0 Ideia é transformar a economia da região. Plataforma de petróleo Crédito: Divulgação A Petrobras aprovou um investimento recorde para explorar o pré-sal na Bacia de Sergipe-Alagoas, marcando uma virada histórica para o Nordeste. O projeto, batizado de Seap, soma mais de R$ 60 bilhões e prevê a instalação de duas grandes plataformas capazes de extrair, ao longo dos anos, mais de 1 bilhão de barris de óleo equivalente. A decisão final de investimento foi anunciada em 14 de abril de 2026 e abre uma nova frente de exploração offshore fora do eixo tradicional do Sudeste. Até então, regiões como as bacias de Santos e Campos concentravam a maior parte da produção nacional. Durante décadas, a Bacia de Sergipe-Alagoas foi vista como secundária. Esse cenário começou a mudar após perfurações recentes identificarem reservas relevantes de petróleo leve e gás natural em águas profundas. A descoberta reposicionou a área como uma das mais promissoras do país. Política de preços da Petrobras e desoneração do diesel: entenda o impacto no seu bolso por Fernando Frazão/ Agência Brasil Capacidade de produção de 240 mil barris por dia O plano inclui a construção de duas unidades flutuantes de produção, armazenamento e transferência (FPSOs), batizadas de P-81 e P-87. Juntas, elas terão capacidade para produzir até 240 mil barris de petróleo por dia e processar cerca de 22 milhões de metros cúbicos de gás natural diariamente. A primeira plataforma deve entrar em operação em 2030, seguida pela segunda em etapa posterior. Cada uma dessas estruturas tem dimensões comparáveis a três campos de futebol e pode ultrapassar 100 mil toneladas quando totalmente carregada. Ao todo, o projeto prevê a perfuração de 32 poços submarinos, além da instalação de um gasoduto de 134 quilômetros – sendo a maior parte no leito marinho – para escoar o gás até a costa sergipana. O impacto esperado vai além da produção de petróleo. Para estados como Sergipe e Alagoas, historicamente fora do protagonismo na indústria offshore, o projeto representa a possibilidade de um novo ciclo econômico. A cadeia associada à construção e operação deve gerar entre 5 mil e 8 mil empregos diretos, além de milhares de vagas indiretas em áreas como logística e serviços. O gás natural também surge como peça estratégica. Com a nova infraestrutura, o Nordeste pode ampliar sua oferta energética e reduzir a dependência de importações de gás natural liquefeito, hoje necessário para atender à demanda industrial e das usinas termelétricas. Hoje, o Brasil já ultrapassa a marca de 4 milhões de barris produzidos por dia e mira chegar a 6 milhões até 2030. Nesse cenário, o pré-sal sergipano ganha relevância como peça-chave. Se as projeções se confirmarem, o Nordeste pode deixar de ser coadjuvante e assumir papel central na indústria petrolífera brasileira. Fonte: Carol Neves
Notícias Sem nível seguro: álcool em qualquer dose aumenta risco de demência, aponta pesquisa 4 horas ago0
Brasil Documentos revelam intercâmbio entre ditadura brasileira e inteligência britânica 22 horas ago0
Plataformas gigantes, 1 bilhão de barris e R$ 60 bilhões: o megaprojeto que quer transformar o Nordeste em polo do petróleo 3 horas ago
Shopping em Lauro de Freitas recebe evento nacional de MMA com disputa de cinturão e entrada gratuita 1 dia ago
México diz que vira-lata caramelo é ‘patrimônio nacional’ deles e revolta brasileiros: ‘Nem Portugal nos roubou tanto’ 4 dias ago
Governo da Bahia avança nas obras da Ponte Salvador–Itaparica com chegada de equipamentos ao estado 6 dias ago
México diz que vira-lata caramelo é ‘patrimônio nacional’ deles e revolta brasileiros: ‘Nem Portugal nos roubou tanto’ 4 dias ago